E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Depois daquela rapidinha onde ele me pegou em frente ao seu trabalho, esta aventura foi muito maior e mais perigosa. Primeiro porque ele estava novamente em serviço, o risco de alguém me ver entrando era muito grande e também ele estava com um colega. Ou seja, uma situação bem arriscada…

Era para nosso encontro ter acontecido na madrugada, mas ele estava de plantão. Fiquei desapontada, pois estava a uma semana sem vê-lo.

Naquele dia acordei por volta das sete horas da manhã. Precisava ir até outro município com uma amiga minha, mas por tentação mandei um texto no Whatsapp pra ele. Era algo do tipo “Nossa, queria tanto ter te visto!”. Ele prontamente respondeu: “E por que não vem aqui me ver?”

Fiquei sem ar! Como iria ao trabalho dele com o seu colega ao lado? Ele riu e falou que trancava ele no banheiro para me ver. Era um grande risco que valia a pena correr… Só de pensar em ver aquele homem fardado já  me dava tesão. Já estava toda molhada só de pensar.

Tomei banho, apliquei aquele perfume que ele adora, vesti uma lingerie maravilhosa e fui! Meu Deus, como estava nervosa! Eu estava perto, mas tinha tanta gente na rua! Por mensagens ele me orientava como eu iria fazer. Acho que fui e voltei  duas vezes, mas a impressão que eu tinha era que aquelas pessoas estavam ali pra me atrapalhar.

Com a cara e a coragem esperei a rua ficar mais calma e consegui entrar no seu local de trabalho. O nervosismo estava a flor da pele, mas o tesão era muito maior. Só conseguia enxergar ele na minha frente.

Assim que ele me viu, me puxou pela mão e me levou para o quarto onde tinham algumas camas. Ele colocou o colchão no chão, pois tínhamos companhia na casa. Perguntei pelo seu colega e ele riu me beijando: “Tranquei no banheiro.” Não pude conter o riso também.

Aquele sorriso dele me mata! É uma desgraça para o meu psicológico! Ele veio com tudo pra cima de mim, não havia impedimento algum. Não poderia gritar ou gemer alto! Missão um tanto impossível.

Com aquela pegada que só ele tem, tirou meu short e beijou por cima da calcinha. Que sensação maravilhosa! Passou a língua levemente, puxou a calcinha para o lado e me beijou gostoso. Depois tirou minha blusa e começou a chupar meu peitos com toda a vontade do mundo… Ah, e eu morrendo de prazer!

Enquanto ele chupava meu seios, passava a mão por todo o meu corpo. Ver aquele homem lindo fardado era um tesão para mim! Eu amava ele daquele jeito, de pau duro e se esfregando em mim.

Com uma rapidez incrível, tirou minha calcinha e enfiou seus dedos em mim. No meio de um beijo, sussurrou: ” Assim que eu gosto!” Suas mãos verificavam minuciosamente o quanto eu estava com desejo dele. Estava mesmo muito molhada!

Que vontade! Eu o puxei e tirei o cinto, olhando em seus olhos. Alisei o seu pau por cima da cueca e peguei com força, mas ele não se conteve. Queria me chupar imediatamente.

Ele me deitou no colchão, abriu minhas pernas e começou um oral maravilhoso. Uau!! Aquela língua quentinha era uma verdadeira delícia de sentir. Também queria sentir ele na minha boca e falei: “Quero te chupar!”

Seus olhos brilharam! Ele levantou, tirou a farda e eu fiquei deitada, assistindo aquele rápido strip.  Rapidamente veio pra cima de mim e enfiou seu pau  na minha boca. Chupei de uma só vez, alternava com lambidas até desde a cabecinha até a base.

Babei o pau dele todo pra deslizar melhor. Chupei, chupei… Até sentir ele respirar fundo e pedir para parar, senão não iria aguentar tanto tesão. Em seguida colocou a camisinha e veio com tudo me penetrando feito um louco! Colocou tudo de uma só vez! Eu amei!

Estávamos na posição papai e mamãe. Ele por cima de mim, subindo e descendo, beijando meu pescoço, puxando meu cabelo… Gemidos contidos, suor e sussurros. Era nosso momento!

Mas eu queria mais! Queria ficar de quatro pra ele. Eu me virei, sentir ele literalmente montar em cima de mim. Colocou meu cabelo pro lado, enlaçando em sua mão e deu aquela puxada básica para trás. Senti seus lábios em meu pescoço e logo em seguida seu membro me penetrando devagar… Só pra judiar! Embaixo dele eu ficava sem muito movimento, apenas sentindo aquele pau delicioso entrando e saindo devagar.

O fogo entre nós dois era muito intenso. Quando ele começou a socar com mais força, percebi que havíamos entrado naquele ritmo sem volta. Eu não conseguia mais conter meus gemidos. Ele lembrou  que não estávamos sozinhos no local naquela hora.

Só que eu não queria saber mais de nada e nem ninguém. Só queria sentir ele todinho dentro mim. Aos poucos fui levantando o corpo, ainda de quatro, para ele me comer com força. Novamente ele puxou meu cabelo e deu um belo tapa na minha bunda. O som estalou no ar…

A essa altura ele nem precisava fazer muita coisa, pois eu estava em êxtase total. Mais uma vez me pediu pra gemer baixo. Ah… Como assim? Sentindo tudo aquilo e não poder explodir pro mundo ouvir? Eu retruquei, maliciosa: “Tô nem aí. Eu quero é gozar.”

Ele percebeu que eu ligaria nem um pouco porque o colega dele estava lá. Então penetrou mais forte ainda, com raiva! Eu me contorci toda avisando que iria gozar. Ouvi aquele sorriso gostoso… Aquele homem sabe como me dominar!

Ele sentou e eu fui para cima dele, entrelaçando as minhas pernas em volta da sua cintura. Rebolei gostoso, forçando cada vez mais o quadril nele, enquanto nos beijávamos. A nossa respiração estava cada vez mais ofegante. Seus braços me pressionavam para baixo, com força… Comecei a “quicar” mais rápido e desta vez não deu para segurar todo aquele tesão!

Gozamos alucinadamente! Que delícia de manhã de sábado! O dia começou bem! Uma verdadeira loucura de nossa parte. Depois que o auge passou, levantei e me vesti.

Ele saiu primeiro pra ver onde estava o colega dele. Será que ainda estava no banheiro?” Ouvi ele falando pra ele: “Coleguinha, aguenta aí só mais um minutinho.” Depois disso, me beijou e nos despedimos.

Ao sair, ele estava na área. Disfarçadamente  foi olhar a rua. Não tinha tanta gente. A mais próxima era uma mulher limpando a calçada, só que ela estava de costas e não me viu. Aproveitei e sai bem rápido, toda feliz.

Abri a bolsa para pegar meu celular e mandar uma mensagem agradecendo pelo dia e… Nossa! Esqueci o celular lá! Meu Deus!

Olhei para trás e vi ele se aproximando com a viatura. Foi rápido, passou por mim, me deu bom dia, como se nada tivesse acontecido e me entregou o telefone. Discretamente jogou um beijinho, fez a volta e retornou ao seu trabalho, tranquilo e satisfeito.

Conto enviado por Italiana.

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