E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Meu aniversário é no dia 12 de junho, Dia dos Namorados. A data se aproximava e, excepcionalmente nesse ano de Copa do Mundo, resolvi comemorar na véspera em um bar de rock ao som  da minha banda favorita.

Convidei alguns amigos mais próximos, mas Vinícius era meu convidado especial, o mais aguardado da noite. Estávamos saindo a  quase dois meses e nossa química era incrível. Ficávamos horas trocando mensagens e fotos pelo Facebook. Aquela provocação toda nos levava à loucura de tanto tesão.

Ele tinha certeza se iria e essa incerteza só aumentava mais o meu desejo. Em uma de nossas conversas me disse que, caso fosse, me pegaria no banheiro do bar. Fiquei louca! Incrível como uma simples sugestão poderia despertar minha imaginação. Parecia que lia meus pensamentos, afinal sempre tive um fetiche de transar em um lugar público. Ele também!

No dia do meu aniversário ele  apareceu no bar de surpresa. Nossos olhares diziam tudo que queríamos. Eu estava pronta para ação: minissaia, salto alto, lingerie provocante. Ficamos juntos o tempo todo durante o show. A cada amasso, beijo, mordida de orelha o tesão só aumentava.

Depois de  algumas doses de bebida, eu já estava molhada e podia sentir o volume louco pra pular fora da calça. Não era mais possível esconder nossos desejos… Subimos para o andar de cima do bar onde ficava o banheiro feminino. Após uma breve “sondagem de terreno”, vi que o caminho estava livre para brincadeiras proibidas.

Entramos num box do banheiro. Logo percebemos que a porta não trancava! A sensação de sermos flagrados a qualquer momento só aumentava nossa adrenalina. Abri sua calça e comecei uma viagem pelo seu corpo. Comecei a chupa-lo intensamente, colocando todinho na minha boca. Ele adora quando eu faço isso. Depois foi a minha vez de sentir a sua boca trabalhando em mim… Vinícius usa aquela língua como ninguém e sabe me deixar de pernas bambas.

No meio de todo nosso delírio, começa o intervalo do show. O banheiro começa a encher… Podíamos ouvir as vozes da mulherada entrando no banheiro! Estávamos num grau de excitação que não havia como voltar atrás e fingir que nada estava acontecendo. O tesão falou mais alto e então  sentei nele com vontade!

Uma verdadeira delícia sentar gostoso nele e ouvi-lo dizendo, com aquela cara de safado, que iria me encher com seu gozo. Difícil era conter nossos gemidos de prazer e ao mesmo tempo segurar a porta pra que ninguém a abrisse.

Aquele “sobe-e-desce” foi ficando cada vez mais intenso. Sentia-o pulsando dentro de mim… Gozamos juntos! Depois de toda aquela volúpia, complicado foi sair de dentro do banheiro sem sermos vistos. Era só risada! Mas a adrenalina e o tesão que sentimos fez tudo valer a pena.

Quando a química assume as consequências, não existe nada proibido!
Autoria: Roberta Gonçalves

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