E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Era final de semana, especificamente sábado. Eu e meu namorado estávamos em uma festa de uma amiga da família. Estavam todas as pessoas mais próximas a nós.

Como meu pai é policial, obviamente, a festa estava lotada de policiais a paisana. Tudo estava ótimo, estávamos nos divertindo bastante, mas eu estava louca para me entregar ao meu namorado. Não estava ligando se seria ali na festa! Só estava imagina ele me tocando, me possuindo…

Sinto um desejo incontrolável por ele e sempre q surge uma oportunidade fazemos sexo em lugares arriscados. Adoramos essa adrenalina, o proibido, passar por cima das regras. Ao decorrer da festa, fiquei dando pistas: olhava em seus olhos com cara de desejo, falava no seu ouvido que estava me deixando louca de tesão, que eu queria meu homem me possuindo… Disse que eu não queria mais o bom moço, queria o meu cachorro, meu puto!

Provocava com beijos no pescoço e orelha. Via sua excitação! Estava evidente pela respiração ofegante e o volume na calça. Depois me afastei, fui em direção a minha prima, pois ela tinha me chamado. Conversamos um pouco, mas eu não tirava os olhos dele.

Após cantarmos “Parabéns” a festa deu uma esvaziada. Pouco tempo depois, saímos da área que estava ocorrendo à festa e fomos para dentro da casa. Dei uma desculpa muito falsa, falei que estava com sono, pois já eram mais de três horas da manha.

Nós dois ficamos na sala. Ao percebermos que o pessoal da festa não iria mais nos ver, rapidamente ele me puxou pelo cabelo, me colocou contra a parede e começou a se esfregar em mim. Colocou a mão por baixo da minha saia, enfiando os dedos, mordendo e gemendo no meu ouvido. Fiquei com mais tesão do que já estava! Para me provocar, falou bem baixinho no meu ouvido com aquela voz grossa:

– Aqui está o seu puto!

Eu me virei e lhe dei um beijo feroz, cheio de tesão. Ele me jogou no sofá e me colocou em frente ao seu pênis. Comecei a massagea-lo bem devagar e olhar bem nos olhos daquele safado. Como nós gostamos de um sexo mais selvagem ele me deu uns alguns tapas, falava que fui uma menina muita má e que merecia apanhar.

De repente segurei sua mão e falei para esperar, pois eu estava escutando barulho de passos vindo para a sala. Ele se sentou ao meu lado e colocou uma almofada em seu colo para disfarçar a ereção. Quando olhei para a porta, vi minha prima vindo em nossa direção e perguntando o que nos estávamos fazendo lá sozinhos.

Nessa hora eu pensei: “Filha da puta, o que você esta fazendo aqui?” Não consegui responder a pergunta dela, pois estava sentindo muita raiva. Meu namorado percebeu e respondeu:

– Nós estamos aqui conversando, pois temos que resolver algumas coisas que estão acontecendo.

Ela ficou meio sem graça, mas mesmo assim continuou lá puxando papo. Totalmente sem noção! Meu namorado discretamente tentava fazer com que ela se retirasse. Cada palavra que ela falava, eu pensava : “Nossa , que garota inconveniente”!

Depois de alguns minutos que mais pareciam uma eternidade, perdi a paciência e falei:

– Flavia, será que você pode dar licença? Tem alguém sobrando por aqui!

Depois dessa direta , ela se levantou , pediu desculpas e se retirou da sala. Nós dois nos olhamos e falamos entre olhares: “Graças a Deus”! Após essa situação, eu levantei e o chamei para o banheiro. Não queria que mais alguém chegasse e quebrasse o clima.

Desta vez ninguém iria nos impedir. Rapidamente retomamos o ponto e começamos aquela pegação louca! Eu me ajoelhei e ele colocou seu membro pra fora da calça. Chupei com tanta vontade e ainda batia uma enquanto ele estava em minha boca. Passava a língua ávida na cabeça e o engolia todo. Olhava pra cima e via a cara dele de satisfação e prazer.

Depois de um belo oral, ele me levantou pelos cabelos, subiu minha saia, colocou minha calcinha de lado e começou a me chupar também. Já estava completamente molhada, mas ele não parava! Segurava o gemido ao máximo para que ninguém ouvisse nada. Missão quase impossível, pois ele me chupava com mais intensidade e enfiava seus dedos em mim.

Certo momento não consegui segurar e um gemido de prazer escapou. Ele se levantou rapidamente, deu um tapa em minha cara, tapou minha boca e falou em meu ouvido:

– Cala essa boca cachorra! Não te dei o direito de gemer…

Quase morri de tesão! Ele me virou contra a parede, ainda com a mão em minha boca. Só colocou a cabeça em mim e falou:

– Você pediu, agora vai ter o que quer cachorra. Mas vai ficar calada.

Com muita força, meteu tudo! Cada vez que enfiava, escapava um gemido. A cada gemido, ganhava um tapa na cara ou na bunda.  Com o ritmo cada vez mais rápido e forte, minhas pernas ficaram bambas de tesão. Tudo em nós estava muito molhado quando ele anunciou:

– Vou gozar dentro!

Ele me segurou pela cintura e acelerou… O orgasmo veio intenso, gostoso, sem palavras para descrever. Quando ele parou, deu uma gemida sem vergonha. Estávamos completamente satisfeitos!

Após aquela rapidinha gostosa, pegamos uma toalha que estava no banheiro, secamos o excesso de suor e voltamos para a sala para passar a impressão que nada daquilo tivesse acontecido. Viver na adrenalina deste jeito é tudo de bom…

Fonte: conto erótico enviado por seguidora anônima

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