E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Conheci Aline na cidade de Barretos. Ela tinha apenas 19 anos na época. Uma morena clara, de bumbum arredondado e corpo violão. Seus seios eram pequenos e pontudos de bicos amarronzados. Bunda perfeita… seus lábios eram carnudos e apetitosos.

Eu, tinha completado 30 anos. Nossa primeira relação sexual ocorreu após um mês de namoro. Lembro muito bem daquele corpo e, principalmente, o que aconteceu naquele dia.

Estava extremamente motivado. Penetrei-a com um grande vigor. Meu pênis estava explodindo de tesão, depois de algumas estocadas mais firmes, ela gozou como nunca. Depois que gozamos fomos tomar banho juntos.

Enquanto ensaboava a sua bundinha, meu pênis teve outra ereção. Ao vê-lo duro, Aline abocanhou-o sem demora. Sua boca e lábios fazia um vai e vem enlouquecedor. Não demorou muito para que eu gozasse em sua garganta, fazendo-a engasgar com meu sêmen.

Continuamos nosso namoro durante um bom tempo. Contudo, sempre fui tarado para comer a sua bundinha. Ela sempre recusava, dizendo que doía muito e jamais daria sua bundinha para ninguém.

Passaram-se alguns meses que estávamos namorando, resolvemos fazer uma viagem estilo “mochileiro” aos canyons no Rio grande do Sul. Utilizaríamos as formas mais econômicas, pois tínhamos pouco dinheiro.

A aventura falava mais alto!

Levamos apenas algumas roupas, uma barraca de camping para casal, e algum dinheiro. Conhecemos diversas praias e lugares interessantes, sempre dentro de nossa barraca. Em dado momento de nossa viagem encontramos outro casal de mochileiro, indo em direção contrária a nossa, porém iria parar um dia no mesmo local.

O casal era jovem e pareciam estar a muito tempo juntos. O que não era o nosso caso. Recém estávamos nos conhecendo e eu tentando convencer minha namorada a dar sua bundinha para mim… sim era o começo.

A moça chamava-se Daniela. Mulher de poucas palavras. Já Fernando era muito falante, simpático e despachado. Até demais. Era alto, forte e barbudo. Sua camisa de abotoar estava entreaberta, exibia um peito cabeludo.

Minha mente começou a borbulhar de ideias e de …desejo! Resolvi fazer as devidas apresentações. Quando o fiz, Daniela já havia se distanciado indo de encontro a um pequeno hotel de beira de estrada. Sentia-se cansada e, aquela noite, queria um pouco de conforto. Fernando ficou na barraca.

Fui até ele e fiz as devidas apresentações para o parceiro de uma noite que se avizinhava. Apontei para minha namorada, como minha acompanhante. Ele, por sua vez, deu uma olhada nela de cima a baixo e contemplou aquele corpo de adolescente apetitoso e certamente fixou seu olhar naquele traseiro delicioso de Aline.

Convidou para ficar próximo a sua barraca, que era maior, para conversarmos em volta da fogueira e contemplarmos a noite estrelada.

Ao sentarmos na volta da fogueira, Fernando pediu que ela poderia sentar ao seu lado em cima do mesmo pano. Concordei com um olhar, pois estava cansado e também com fome.

Durante o tempo que ficaram se aquecendo próximo a fogueira, pude perceber que cada vez que colocava um graveto para atiçar a fogueira, ele tocava levemente as pernas de Aline que usava, naquele momento, um short jeans curto, fazendo-a encolher as pernas de vez em quando.

Percebi que ela olhava de canto de olho para o pênis do Fernando, que estava duro. Era enorme e certamente era bem maior do que o meu.

Já anoitecia. Paguei um banho no hotel para eu e Aline. Fernando fez o mesmo, porém, voltaria para a barraca conosco. Gostaria de aproveitar ao máximo sua viagem.

Então, Eu e ele fomos ao banheiro masculino urinar e tomar um banho, enquanto Aline foi ao banheiro feminino do estabelecimento se banhar e trocar de roupa.

Enquanto nos banhávamos, ele perguntou, sem cerimônia, se eu seria capaz de deixar Aline transar com ele, pois estava louco de tesão por ela e sua esposa não se importaria. De acordo com ele o casal tinha um relacionamento aberto e nada convencional.

Ele foi esperto. Notou meu olhar sobre ele na fogueira …Minha inobservância com relação as investidas dele contra Aline também não passaram despercebidas. Ele era um cara vivido. Ele a desejava!

Fiquei nervoso com a pergunta e senti tesão ao mesmo tempo ao imaginar a situação. Hesitei por alguns momentos, mas depois de pensar, suando e engolindo em seco, disse que aceitava. Tinha uma condição: Eu queria ver.

Tudo acertado. Saímos do banho, e junto com Aline fomos ao restaurante do hotel, onde jantamos. Ela achou estranho o zelo do rapaz para com eles.

Mal sabia ela o que lhe esperava.

Voltamos para nosso acampamento e uma pequena chuva apagou nossa fogueira, o que fez que nos instalássemos, primeiramente, na barraca de Fernando, por ser maior e resistente. Alguns minutos dentro da barraca, uma chuva forte começou e resolvemos esperar passar.

Ele fechou os zíperes da barraca e pediu para que dormíssemos um pouco, pois a chuva iria demorar a passar.

Aline sentiu-se embaraçada com a situação, foi quando o rapaz apalpou sua perna e disse que ela dormiria com ele na parte de trás da barraca, onde havia um colchão inflável.

Tentou sair da barraca, mas foi agarrada por ele. Eu, passivamente, com certo tesão, assistia a tudo.

Ele agarrou pelos braços, puxou-a para perto de si e deu um beijo na boca, um tanto forçado, mas que acabou quebrando aquela reação de histeria.

Resolvi informá-la do meu desejo. Ela deu uma choramingada, mas pareceu concordar, enquanto eu a acalmava. Neste momento ele pegou-a pelo braço e a levou para a cama. Esta situação me deixava excitado e me tornei, apenas, um observador passivo de tudo aquilo.

Ele ordenou que ela tirasse toda a sua roupa e ficou maravilhado com seu corpo moreno… Bundinha perfeitamente redonda. Imediatamente, abocanhou os pequenos seios de Aline e desceu levemente sua língua até seu sexo, onde demorou-se por um bom tempo.

Aline, aos poucos, parou de chorar e as lágrimas deram lugar aos gemidos de prazer e gozo. Fernando se revezava, ora massageando com a língua seu clitóris, após lambia seu ânus prazerosamente. Ela delirava de prazer.

Depois, como um garanhão, tirou a sua calça, apressadamente, exibindo seu pênis e apontou-o para o rosto dela. Assustada, meneou a cabeça para o lado, no que ele, rapidamente pegou firmemente seus cabelos e aprumou junto ao seu pênis, para receber o sexo oral desejado.

Imediatamente abocanhou seu mastro, do qual, sofria para acomodá-lo na boca, pois era grosso. Chegava a engasgar e tossir de vez em quando, após algumas estocadas que iam até sua garganta, recebeu um grosso jato de esperma dentro da boca.

Neste momento, meu membro estava para fora da calça, extremamente excitado. Eu o alisava como se fosse um lindo bastão de beisebol. Olhar Aline sentindo prazer era uma sensação descomunal.

O rapaz urrava de tesão e por incrível que pareça, seu pênis não amoleceu após a ejaculação. Mais do que depressa deixou-a de quatro com a bundinha empinada em sua direção, apontou, novamente, seu pênis na direção de seu sexo… enfiou todo o mastro, fazendo-a gritar. Enquanto ela se contorcia com a penetração, ele socava com o dedo sua bundinha.

Posso confessar que estava adorando e gozando com aquela situação. O vai e vem frenético fez com que ela gozasse e chegou a exaustão.

Depois de gozarem, abundantemente, ficaram deitados imóveis pelo cansaço, de modo que resolveram dormir um pouco.

E eu também aproveitei para descansar após ter me excitado com a cena.

Após um breve cochilo, acordei com Aline gemendo novamente, mas pedia que Fernando não a penetrasse por trás. Ele mostrou-se carinhoso. Virou-a de bruços, deixando a sua bundinha indefesa exposta, com suas mãos grandes abria as nádegas para acomodar aquele membro.

Satisfeito, ordenou-lhe que se vestisse e, se quisesse, poderíamos dormir todos ali. Juntos!

No outro dia, desmontamos nossas barracas. Daniela juntou-se a nós. Saímos os quatro… caminhando até uma encruzilhada.

Cada casal foi para um lado. Seguindo cada qual o seu destino.

 

Conto erótico enviado por um seguidor anônimo.

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