E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Aquela pergunta não saía da minha cabeça. Olhando para o espelho no teto, ficava tentando me recompor do peso daquelas palavras e pensando nas possíveis consequências da minha escolha. Sim, isso mesmo… Tudo iria depender de mim! Entre os lençóis bagunçados daquela cama de motel, ele aguardava a resposta, me observando com aqueles lindos olhos… Parecia um menino levado!

Algo estranho aconteceu… O clima entre nós mudou em instantes desde que entramos ali naquele quarto. Gostávamos de fazer de tudo, um pouco. Não havia receios ou preconceitos entre nós, mas confesso que fiquei surpresa com a pergunta.

Lembrei-me da sua chegada. Como sempre, chega louco de tesão, todo apressado, com o p… Explodindo nas calças! Eu o espero na escada; sempre vestida do jeito que ele me pede. Encho de beijos, morta de saudades! Arranho meu homem, reviro seus cabelos, cheiro seu pescoço…  Adoro essa química!

Nosso amor é daqueles que chega derrubando limites! Antes mesmo de entrar no quarto, tira seu membro gostoso pra fora para que eu possa provar ali mesmo, nas escadas, com roupa e tudo! Levo aquelas tapas na cara quando não faço direito. Puxa meus cabelos e me ergue novamente para que possa me beijar sentindo o gosto dele junto…

Depois que a porta se fecha, meu mundo vira do avesso! Ali eu sei que vou ficar satisfeita até a última gota… Ele tem uma pegada forte! Daquelas que apaixona qualquer mulher. Minha carne arde quando rasga minha roupa! Já nem compro mais lingerie nova… Na frente do espelho, de joelhos no chão, me pede coisas absurdas, pois sabe que vou obedecê-lo. Como boa menina que sou meus beijos cobre dos pés (literalmente) à cabeça.

Sinto um arrepio quando ouço falando sacanagens pesadas entre um gemido e outro. O sexo pulsante vira o centro de minhas atenções. Desde o princípio ao sim… Aquele “sim” que ele fala quando pergunto: “quer gozar na minha boca?” E então sinto jorrar um liquido quente em meu rosto logo de chegada.

Não perco nenhum momento… Ali, ajoelhada aos pés, fico observando aquele gozo lento, que sequer meteu em mim ainda. Bato com ele bem gostoso na minha cara, só pra confirmar que já saiu tudo o que devia…

Disposição é que não falta para duas pessoas morrendo de saudades! Em seguida a festa continua na cama, sem perder o ritmo! Mal posso esperar minha vez de receber aqueles lábios no meu ponto mais sensível. O seguro pelos cabelos ao sentir a boca quente em mim; lambendo e mordendo toda minha intimidade. Em seguida, mete sem pedir licença.

Nessas horas que eu quero que o tempo pare! Em cima de mim, cavalgando selvagem, olhando em meus olhos, nós fazemos sexo. O mais puro sexo! Nada de fazer amor! Ele sorri malicioso quando mete mais fundo… Eu grito novamente! Parece ter prazer em me fazer sentir dor! De repente, sai de mim e coloca seu mastro em minha boca outra vez só pra enfiar novamente! Assim vai se revezando, entre lambidas e metidas recheadas de sacanagem.

Rapidamente, ele pega um óleo de dentro de uma bolsa. Pede pra ficar de quatro em cima da cama e derrama aquele óleo em cima de mim. Tudo fica liso, reluzente e sinto suas mãos escorregarem por todo meu corpo. Uma tapa forte marca seus dedos em minha bunda. Fico vermelha imediatamente! Antes que possa reclamar, ganho outra tapa mais forte ainda daquela mão toda lambuzada…

– Olha pra mim! – fala ele com excitação na voz.

E vejo-o em pé na cama alisando seu membro. Envolve-o com os dedos desde a base até a ponta em movimentos lentos enquanto fica me olhando com aquela cara de cafajeste! Ganho o terceiro tapa na bunda. Isto significa que tenho que arrebitar pra te receber…

A dor vem sem dó nem piedade! Sinto a pele rasgando ao meio diante da força em me penetrar. Não há silêncio neste quarto! Entrego-me a esta loucura como se não houvesse amanhã pra contar história. Curto esse prazer com reclamações de dor e pedidos de “não para!”.

Sei que ele enlouquece com isto… Vira-me em todas as posições que conhece e eu gozo alucinada enquanto enfia seus dedos em mim. Depois pede para lamber. Diz que eu me transformo… Aquela carinha de anjo vira cara de safada, vadia, ordinária!

A esta altura, já não existe mais lençol em cima da cama! Os travesseiros foram parar não sei onde, nossas roupas fazem parte do mobiliário local e o nosso cheiro está espalhado por todo o quarto. Pelo espelho do teto o vejo metendo gostoso em mim, revirando meu corpo pra onde bem entende… Até chegar ao clímax mais uma vez, gemendo alto para os outros ouvirem. Então cai exausto ao meu lado. Loucura! Não tem igual.

De repente, um beijo e uma tapinha no rosto para sair de meus devaneios. Ele busca minha atenção, chamando pelo meu nome:

– Você não respondeu à minha pergunta… Gostaria de saber sua opinião.

Volto à realidade. Topo ou não? O problema não era ciúme. Tínhamos maturidade suficiente para levar adiante qualquer situação, além de uma cumplicidade rara entre casais. Mas o que pesava era aquele velho medo do desconhecido… Será que vai dar certo? Será que vou dar conta? Será que iremos gostar? Dúvidas e mais dúvidas…

Quer saber? Como julgar algo que ainda não experimentei? Sabia o quanto ele era fogoso e com pegada forte, assim como eu também era. Resolvi embarcar nesta aventura junto com ele. Suspirei fundo, encarei-o e disse:

– Sim, amor… Vamos convidar outra mulher para participar de nossas brincadeiras!
Autoria: Alessandra A.

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