E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Sempre gostei de mulher bem despojada e dona de si na cama e fora dela.

Certa vez fui a uma festa na casa dos meus tios, dos quais,fazia algum  tempo que não nos víamos, devido a minha mudança de cidade por causa do trabalho.Regressei apenas para a festa de noivado de minha prima, irmã de Fernanda.

Chegando na casa vi minha prima Fernanda. No auge de seus 22 anos, gostosa pra caramba.Sempre tive uma queda por ela no passado, devido nossa diferença de idade (tenho 30 anos) e nosso parentesco(primos), tivemos muita dificuldade em manter algo mais sério. Mas tenho ótimas recordações que fazem levantar o lençol á noite.

Tivemos um caso no passado.Ardente e maravilhoso, da minha parte pelo menos.Suficiente para ser inesquecível. A família recriminou muito.Na época , ela casou-se com um colega de escola aos 17 anos . Eu prestes a diplomar e ser promovido na minha empresa, porém deveria trocar de cidade. Cada um foi para um lado.

Olhando-a percebi o quanto ela continuava fêmea, deliciosa e com cara de sem vergonha. Linda também.

Senti seu olhar languido sobre mim.O meu pau pulsava na calça quando ela me olhou.Seu desejo ainda era o mesmo,o meu nem se fala.

Minha mulher não pode vir na festa, mas o marido da Fernanda estava e mostrava curiosidade para saber sobre mim.Prestava muita atenção.

Esperei ela ficar sozinha e preparei o bote. Enquanto servia doces na mesa de confraternização, cheguei ao seu lado e disse que iria esperá-la no jardim de inverno. Ela acenou positivamente.

Para chegar ao jardim de inverno ele deveria  passar por uma pequena estradinha calçada, onde , antes de chegar, havia os banheiros para visitas. após tinha um pequeno jardim, na forma de uma construção separada da casa… longe da festa.

Segui para esperar ela no jardim de inverno e reviver nossos beijos, amasso e fodas. Quem sabe …

Quando passava pela estradinha, senti uma mão me puxar para o escurinho. Um corpo suavemente surge do breu da escuridão. Fernanda!Neste momento pressionou seu corpo junto ao meu .Queria sentir seu corpo para sempre. Fiquei contra a parede. Ela já se agachava para colocar a boca no meu pau e se deliciar. Que boca!

Ela aprendeu muito neste tempo que estive fora. Uau! Que boquete maravilhoso.

Coloquei a mão embaixo de seu vestido e comecei a acariciar. Estava cego de desejo. Vi que ela ficou parada de olhos fechados sentindo minha mão. Agarrei sua bunda com um aperto rude de um presidiário louco de tesão, de repente sussurrei em seu ouvido:

-Levante o vestido.

Ela obedeceu com uma carinha de safada. Levantando devagar seu vestido de festa.

Sai da posição que estávamos  e encostei ela na parede de costas para mim e verguei seu corpo para frente , de modo que ficou a bunda bem empinada.Esmagava a carne alva com as mãos para não esquecer cada pedaço. Pus minha cabeça no meio de suas pernas, prendendo suas nádegas em minhas mãos, passando a língua em seu sexo, chupando e lambendo até ela estar molhada o suficiente.

Então tirei meu pênis que pulsava de desejo e possui ela ali mesmo, contra a parede.Mexia meu corpo contra o dela. O pênis estava duro e ereto como uma furadeira, metendo, metendo, investindo para dentro ela.Enquanto estava toda molhada e dissolvida em tesão. Fiquei esperando para ela ter orgasmo, estava adiando para sentir meu corpo para sempre com aquela excitação sem fim.

Em dado momento ela balbucia no meio de gemidos: “Goze Leandro, goze por favor. Agora!”. Então aumentei a frequência de minhas estocadas.Com certa violência, avançando para um crescente e selvagem orgasmo.Então soltei um gemido de gozo e ela , quase que imediatamente,estremeceu em meus braços de um prazer fora do comum.

Descansei abraçado nas costas dela. Com um semblante feliz. Pensava que este desejo havia sido esquecido em mim.Ele dormia intocado desde a última vez em que transamos.

Aguardei ela arrumar seu cabelo e ajustar seu vestido ao corpo .Voltamos separadamente para a festa. Sorrindo por dentro , pois no rosto não era possível tal demonstração de felicidade.

Depois daquele dia tive a certeza que nosso desejo jamais iria se dissolver. Pelo contrário, estava no auge.

Voltei para minha cidade feliz. Sorriso no rosto .Com o número de seu telefone no bolso e a certeza que iremos nos encontrar novamente.

Conto enviado por um seguidor anônimo.

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