E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Era sábado à noite, curtia uma bebida na sacada de meu apartamento.

Na madrugada, eu vejo surgir no portão da entrada principal do condomínio, uma silhueta feminina rebolando. Cabelos soltos, negros como a noite, usava uma minissaia e uma blusa que não escondia uma barriga com pelinhos que, segundo minha imaginação, desciam até onde mora o tesão.

A medida que ela se aproximava, eu notava sua pele morena, coxas grossas, quadris largos que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena.

Lindos olhos verdes…Uau! Pelas roupas tinha ido para a balada.

Era minha vizinha! Ela era casada, mas não via seu marido a tempos no condomínio.

Quando ela entrou pelo portão, me viu parado na sacada e deu uma piscadela. Quando vi isso, meu sangue gelou. Uma piscada era a deixa para um convite pra uma noite de sexo.

Reparava nela a algum tempo, mas nunca havia visto ela usando roupas assim. Sexy!

Percebi que ela entrou no edifício, seguramente iria dormir e curar sua ressaca. De repente, escuto alguém bater na minha porta.Desconfiado, porém com o coração na boca abri a porta.

Nesse momento, ela estava quase dentro da minha casa, de frente pra mim, encostada na entrada da porta, posição que, revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina, a saia, quase dava uma visão de sua calcinha.

Depois da bebida, solidão e um sábado pra lá de parado… meu pau estava duro e podia sentir minha cueca começando a melar.

Convidei a entrar, fiz com que ela se acomodasse em uma cadeira preguiçosa que estava na sacada. Ofereci bebida, ela aceitou…ficou à vontade e passou a se abrir, rir e contar mais da sua vida…dirigi logo o papo pro lado do sexo.

Ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai-e-mamãe com seu marido. Surpreso fiquei, quando ela confidenciou que seu marido a chamou de vagabunda quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca.

Ela adorava sexo e sexo oral, pra ela,era o mais excitante!

Fiquei louco com aquilo, já que adoro sexo oral, tanto quanto ela. Dei “dicas” que gostava disso. Ela sorriu e disse” isso é um convite?” Respondi: “Quero que seja realidade”.

Largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar meu pau por cima da bermuda. Fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela falava que queria me ver nu pra saber o quanto eu era gostoso.

Sugeri que fossemos pra dentro de casa e ela aceitou. Me certifiquei que ninguém havia visto ela entrar.

Ela sentou no sofá, me puxou pra ficar em pé, de frente pra ela… abriu minha bermuda, abaixou até o pé, e ficou apertando meu pau, como satisfizesse um desejo pessoal.

Meu tesão era tamanho que meu mastro estava saindo por cima da cueca. Ela ficou passando o polegar na cabeça dele e espalhando o melado que escorria.

Segurei sua cabeça e tentei meter em sua boca, ela não deixou. Primeiro tirou minha cueca, deixando todo nu, fiquei a poucos centímetros do seu rosto. Em seguida, ela passou a lamber minhas coxas debaixo pra cima metendo a língua entre minhas virilhas até que colocou meus testículos na boca. Que delícia!

O calor da sua pequena boca beijando meus testículos, quase me fez gozar, meu pau pulsava e meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem. Ficou assim um tempo, e depois lambeu meu pau até a cabecinha, engolindo por completo. Chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça dele.

Estava louca de saudades daquele gostinho, segundo ela. Um gosto de macho, que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei sua cabeça e passei a socar em sua boca. Ela segurou ele com uma mão e sugou com força.

Alguns minutos nesse movimento e um jato de esperma enchia sua boca. Eu estava gozando! Meus olhos reviraram, minhas pernas enrijeceram, tentei tirar meu pau de dentro pra gozar o que faltava no seu rosto, mas, pra minha surpresa, ela engoliu meu pau até o talo encostando os lábios nos meus pelos pubianos.

Sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta. Segurou minha bunda com as duas mãos, não permitindo tirar ele de dentro de sua boca.

Eu nunca gozei como naquele momento. Cheguei a gritar de tanto tesão, e meus movimentos de estocadas foram diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo.

Deitei no sofá com as pernas relaxadas, enquanto ela sorria.

Eu fui ao banheiro, quando voltei ela estava dormindo deitada no sofá. Sua saia havia subido, revelando que existia algo embaixo da bela calcinha que ela usava. Meu membro voltou a ficar duro.

Aproximei e passei a acariciar seu sexo por cima da calcinha e vi que era carnuda de pelos ralos, bem aparados, com lábios grandes. Sua calcinha molhada denunciava seu tesão que ela sentiu enquanto chupava.

Fiquei sobre ela e desamarrei sua blusa, até surgir um belo par de seios com marcas de biquíni branquinhas contrastando com sua pele morena, os bicos eram lindos e estavam durinhos, não resisti e chupei. Os bicos ficaram duros.

Tirei sua blusa e desci chupando tudo no caminho do seu sexo, desci até a virilha e me concentrei ali, metendo a língua, esperando que ela acordasse e compartilhasse do tesão.

Ela só se arrepiava.

Resolvi descer até o meio de suas pernas. Vi que estava molhada. Levantei mais sua saia e passei a morder e lamber seu sexo por cima da calcinha.

Aquele aroma de cio enlouquece qualquer homem.

Puxei a calcinha de lado e um fio de seu tesão foi junto com a calcinha… louco de tesão, chupei e lambi o quanto pude… penetrava minha língua fundo nela e sentia seu estremecimento e o gosto delicioso de sua excitação. Chupava os lábios de seu sexo com força e sentia o clitóris enrijecer-se na minha boca.

Nesse momento, o corpo dela se contorcia. Ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua.

Resolvi ir mais a fundo. Aproveitei que ela estava semi dormindo. Me ajeitei no sofá, pus suas pernas nos meus ombros e vi meu pau se enterrando e sumindo nela.

O barulho do vai e vem me deixava louco. Naquele momento já desconfiava que ela pudesse estar acordada, então passei a socar com velocidade.

Como um cachorro em uma cadela. O suor escorria, seus seios balançavam, eu chegava a tirar e botar o mastro inteirinho dentro dela. Metia com muita vontade e até com uma certa violência.

Escuto uma voz sussurrada dizendo que iria gozar. Seu corpo se arrepiou e seu sexo contraiu meu membro! Ela gozava…

Gozei vendo ela morder os lábios. Tive espasmos longos. Meus quadris prosseguiam inconscientes do gozo.

Caí sobre ela exausto… molhado de suor. Senti seus braços me enlaçando.Os bicos dos seus seios roçavam contra meu peito.

Adormecemos assim.

Quando estava amanhecendo, senti um beijo em meus lábios e um barulho de porta se abrindo.

Apesar de ter bebido até tarde, o resquício que ficou em mim não foi de bebida, mas sim do cheiro do seu corpo.

Ganhei visitas clandestinas nos dias que seguiram.

 

Fonte:Conto erótico enviado por um seguidor anônimo.

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