E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Há muito tempo estava envolvida apenas com trabalho.Meu cargo na empresa exigia a minha atenção, viagens e a permanência de um celular sempre a postos. No meu último relacionamento , devido minha a minha vida workaholic, terminou que eu nem percebi. Ele não suportou meu descaso com minha vida pessoal… íntima.

O fato de estar sem namorado, não significava que não era fogosa… pelo contrário! Mas fiz uma escolha. Quando dava, encaixava um “caso” na minha vida e colocava um sorrisinho em minha face.

Em um de meus compromisso, necessitei viajar, então, a convite fui passar uns dias na casa de minha amiga em outra cidade. Ela ofereceu a casa para ficar os dias necessários para a conclusão de meus afazeres .

Neste ínterim que ficamos sem nos ver, ela estava com um novo namorado, do qual não conhecia: O Jader. De minha parte, ele parecia ser um homem sem atrativos, ou seja, não fazia o meu tipo.

Quando cheguei na casa, tive ótima recepção dos dois, porém me senti incomodada com o excesso de zelo por parte dele, assim como a curiosidade em saber sobre o meu trabalho. Ele era muito inteligente e falava sobre tudo, então ficamos conversando até tarde no primeiro dia. Sara demonstrou sinal de cansaço. Respeitei minha amiga e fui para o quarto designado para dormir. Arrumei minhas coisas no quarto de hóspedes.

No outro dia verifiquei que nossos horários não se cruzavam. Eventualmente, os meus com os de Jader, que trabalha em uma multinacional. No outro dia passei o dia fora no congresso. Cheguei de tardinha… cansada. Louca por um banho, cerveja, café ou coisa que o valha. Enfim… moída.

Fui tomar banho nas dependências próximo ao quarto de hóspedes. Enquanto a água caía em meu corpo, escutei sons vindo de meu quarto. Achei que fosse a empregada.Não vi o carro de ninguém na garagem.

Terminei meu banho, arrumei a toalha em volta de meu corpo e fui para meu quarto. Tamanha foi minha surpresa quando encontro Jader deitado em minha cama. Totalmente nu, de frente para mim. Sorria como uma criança safada. Seu membro estava ereto como um poste.

Vi que não estava tão moída assim. Tentei dar uma de difícil, mandei embora do quarto. Argumentei que ele era namorado de minha amiga. E ele ali… Impassível. Ainda sorria.

Sua negativa estava me dando um calorão. Além de ver ele nu, excitado (agora enxerguei os atrativos dele) e sem nenhuma menção de sair de minha cama, ainda tinha a problemática de Sara(ou a empregada!) chegar em casa.

Eu…enrolada por uma toalha, nua, não demonstrando, mas apresentando, sinais de um tesão desgraçado.

Tesão traiçoeiro, não podia fazer isto!

Neste momento ele pediu para eu sentar sobre nele. Obedeci.Deixei minha toalha cair no chão. Ali… nua, na sua frente, senti um arrepio correr pelas minhas costas. E fui ao seu encontro. Montei em cima daquele mastro firme como uma rocha e comecei a me movimentar. Surpreendentemente, molhada!

Meu corpo me enganara.

Agora eu me movimentava livremente, subia e descia violentamente sobre seu membro. Estava excitada, molhada e um frio no estômago com medo de ser encontrada pela minha amiga ou pela empregada.

Como que lendo meus pensamentos. Jader diz que sua namorada chegaria dali a duas horas e a empregada saiu mais cedo… riu de novo. Ordinariamente.

Mais calma, me concentrei nos movimentos, meu sexo, ensopado, fazia com que aquele mastro deslizasse para dentro de mim. Rebolava enquanto ele enfiava um dedo no meu ânus, penetrando duplamente.

De repente, ainda ofegante ele me colocou de quatro na cama, me dava tapinhas no bumbum, assim como lambia e chupava meu clitóris, por trás de mim. Eu ia ao delírio.

Empinei minha bundinha e recebi seus tapinhas com gemidos, rebolando de leve, dando sinais de aprovação. As investidas de sua língua em mim foram aumentando a intensidade.

A cada tapa eu gritava, mas meu grito era silenciado por uma língua lânguida em mim, parecia seu pênis. Deseja seu mastro na minha boca, mas estava totalmente à mercê. Minha bundinha estava ardendo. O seu mastro estava mais duro do que pedra, meu sexo muito molhado… eu rebolava, gemia, gritava, pedindo seu mastro em mim.

Ainda de quatro na cama, ele se posicionou atrás de mim. Agarrou minha cintura, posicionou seu mastro na entrada de meu sexo e entrou. Mandava eu empinar a bunda expondo minha vagina…assim ele socava. Segurou mais firme e foi me puxando ao mesmo tempo que empurrava cada vez mais. Numa estocada firme e certeira senti até a base de seu pênis.

Ele sentiu um grande prazer quando percebeu que seu mastro entrou todo. Até o final. Sem folga. Ficou imóvel por alguns instantes, mas logo começou a socar, socar, socar… cada vez mais forte.

Tirava quase tudo e voltava. Eu já estava gozando, que não conseguia fazer outra coisa além de gemer.

Ele me puxava pela cintura de encontro ao seu corpo, com tanta violência que parecia querer me partir ao meio.Então, ele gozou forte… com um grito, parecendo um animal.

Isto era excitante!

Em meio aos espasmos de um orgasmo, caí meio desfalecida… exausta.

Pulsando e expelindo esperma um macho suava sobre mim.

Sem beijos, nem frases edificantes pós sexo, ele saiu cambaleante de meu quarto. Escutei um barulho de chuveiro sendo ligado.

Suor! Era preciso ser tirado!

Eu permaneci deitada. De lado, com seu gozo escorrendo no meio de minhas pernas…Arfava.

Depois de algum tempo, levantei e tomei um banho demorado. Deitei em minha cama. Dormi profundamente.

Preciso descansar. Meu trabalho me espera.

Conto erótico enviado por uma seguidora anônima.

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