E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Trabalhava em uma empresa onde era supervisora. Equipe grande , em sua grande maioria mulheres, mas eu tinha beldades masculinas também. Um deles era o Luciano… subordinado diretamente a mim.

Moreno de 1,90 metros, educado e forte. Visivelmente, era um homem que cuidava de sua saúde e corpo. Diferentemente dos demais, ele era mais velho que eu, em torno de 5 anos.Paralelo ao seu trabalho cursava faculdade de educação física.

Poucos funcionários tinham a informação dos meus horários em  que ficava sozinha na loja. Luciano era um desses funcionários . Pela manhã, sabendo que eu ficava sozinha fazendo relatórios, ele sempre achava uma brecha para falar comigo extra oficial ou entregar papéis  sem muita importância.

Minhas desconfianças tomaram forma numa manhã cheguei mais cedo que os demais dias. Coincidentemente, estava de cabelo molhado. Ele era cacheado, comprido e bem cuidado.

Não ouvi nenhum barulho, enquanto estava sozinha em meu escritório. Quando me dei por conta ele estava atrás de mim. Em um lampejo de consciência, lembrei que ele também tinha a chave. Tive um grande susto. Bom… mas um susto.

Me senti melhor quando vi que era ele, mas não consegui pensar o que havia de importante para ele estar cedo no trabalho.

De minha boca saiu um gaguejante “bom dia”.Ele somente deu um sorrisinho e disse: “adoro cheiro de cabelo molhado”.Percebi, neste momento, que ele estava muito perto.

Não estava preparada para o que iria acontecer (ele era meu funcionário!!!), mas eu tinha um desejo forte por ele. Isto eu não podia negar.

Recebi um abraço maravilhoso. Ele colocou as mãos em forma de concha no meu rosto e  beijou meus lábios.Cedi, ou melhor, derreti nos seus braços e não falei mais nada.

Ele estava calmo. Começou a passar suas mãos lentamente sobre o meu corpo, sem esforço .

Eu tremia devido á força de suas mãos sobre a minha pele.Ele tirou a camiseta, abriu minha blusa. Me abraçou e beijou novamente.

Senti as mãos deles apertando com força minha carne nua . O apetite sexual subiu ás nossas cabeças como uma loucura lancinante, a ponto de me deixar cega. Só conseguia sentir a pele daquele peito enorme e ele excitado a minha frente.

Senti urgência naquelas carícias. Ele estava lívido. Ignorou meus movimentos impacientes de querer que ele se despisse. Não só continuou a me beijar como se sorvesse minha língua com a grande boca morena, como suas mãos me machucaram.Apertava a carne deixando marcas vermelhas na pele branca.

Tentei abrir suas calças e ele disse: “temos tempo, já verifiquei os horários e imprevistos de todos, aliás… fulano chegará atrasado” e riu.

Então ele se despiu. Tinha um corpo moreno e dourado do sol.Um pênis tão liso quanto o resto do corpo. Firme como um bastão.

Os dedos dele foram em todos os lugares.Dentro do ânus, dentro do sexo. A língua foi para dentro da boca e das orelhas. Ele mordeu meus mamilos, beijou e lambeu. Eu tentava, de pé, com as pernas enroscadas nas dele, satisfazer a fome me esfregando contra perna dele.  Ele não deixava.

Ele me dobrava como se eu fosse de borracha, torcia em todas as posições. Com as duas mãos fortes, ele pegava qualquer parte dela que lhe apetecesse e levava a boca como um pedaço de comida, sem se importar em como o resto do meu corpo ficava.

Se abaixou. Pegou a bunda entre as duas mãos.  Manteve-a firme na boca, mordeu e beijou. Implorei:” venha Luciano, não posso aguentar mais”. Mas ele não obedeceu.

A esta altura eu já subia nas paredes. O fogo me consumia. Que homem era este! Pensei que fosse enlouquecer.

O que quer que eu fizesse para chegar ao orgasmo ele frustrava, parecia que eu era escrava daquele enorme homem moreno. Ele me subordinava como um rei. Meu prazer estava subordinado a ele.

Que ironia!

Percebi que nada podia fazer contra a sua vontade naquele momento. Ele exigia submissão e eu estava chegando a exaustão.

Comecei a ficar macia nos braços dele. Sua escrava.Sua possessão ofegante e maleável, ficando cada vez mais mole em seus braços.

As mãos dele revistaram cada canto do meu corpo, amassando e amassando.Adequando aos seus caprichos, inclinando para adequar a posição que ele queria, me virando de costas, me comprimindo contra a parede. Neste momento senti seu pênis no meu traseiro.Ele parecia um leão sobre mim.

Curiosamente me sentia protegida e possuída…

Senti um movimento brusco.Ele procurava meu sexo para colocar aquele mastro em mim.

Entrou devagar e muito fácil, logo ele começou a socar, e socar, e socar. Forte. Até que eu gritei de prazer.Ele disse: “goza de novo”. Tamanha minha surpresa, num misto de orgasmo e tesão, ele me fez gozar de novo.

Senti um líquido quente no meio das minhas pernas e o seu suor nas minhas costas…Deliciosamente maravilhoso.Silencioso.

Hoje um segredo nosso. No outro dia estava com o rosto lívido de vergonha. Ele apenas ria. Quando nós podíamos ficávamos nos agarrando.

Foi nossa única transa. Após 5 meses fui transferida de filial.Ele pediu demissão para trabalhar no ramo do qual iria se diplomar.

Doce lembrança de um homem maravilhoso.

Conto enviado pela seguidora Gisella Santos

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