E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Sou casado e sou daqueles que adora uma novidade na relação. Tudo que possa aprimorar minha vida sexual com minha esposa é sempre bem vindo. Às vezes ela me acompanha nestas fantasias.  

Uma destas fantasias permanece até hoje na ativa, apenas com algumas variações. A história é mais ou menos assim:

Sou representante comercial e viajo com frequência. O fato de conhecer novos lugares e pessoas também enriquece nosso relacionamento, já que levamos uma vida praticamente sem a rotina de casais normais.

Tempos atrás adquiri um número de outra operadora de celular. Não contei nada para minha mulher. Um dia, comecei a mandar mensagens via WhatsApp pra ela, me passando por um admirador desconhecido.

A foto de perfil era a minha, mas estava com visual diferente. Ela se tocou da brincadeira e entrou no jogo. Passamos a conversar diariamente sobre diversos assuntos e até desabafo sobre parceiro (ou parceira) já rolou.

Quando estávamos juntos, não se tocava no assunto do “amigo secreto”. A vida conjugal seguia seu curso normalmente, mas tinha aquele toque apimentado de “outra pessoa” no ar.

As coisas que incomodavam nossa relação eram confidenciadas para minha nova “amiga”. Ela me dava o maior apoio e dicas de como poderia melhorar o convívio com minha esposa. Eu fazia o mesmo. Este jogo de “fantasiar amante” estava fazendo com que pudéssemos nos ver sob outro ponto de vista.

Até que entramos na fase de trocar mensagens de sedução, fazer charminhos e provocar instintos. Durante o trabalho ela me enviava fotos sedutoras e falava tudo aquilo que iria fazer comigo, quando estivéssemos juntos. Eu correspondia suas investidas à altura.

Certo dia, justamente naqueles em que ela estava “atacada”, mandou uma mensagem para o tal “amigo” querendo marcar um encontro. Ficamos arquitetando todos os detalhes e marcamos para o dia seguinte após o almoço.

A noite veio. Durante o jantar, minha esposa disse que no dia seguinte chegaria um pouco tarde, pois teria um compromisso de trabalho. Na hora já veio frio na barriga. Ela estava agindo naturalmente, mesmo sabendo que não era verdade. Disse “tudo bem” com ar despreocupado.

O dia chegou! No seu horário de almoço, ela aproveitou para fazer umas comprinhas (sei disso porque depois ela me contou!). Adquiriu lingerie nova e um perfume bem diferente do que sempre usava. No final do expediente, foi ao banheiro e se trocou para o encontro.

Eu aproveitei a situação e não fui para o escritório na parte da tarde. Na verdade fui ao barbeiro, alinhei a barba, cabelo e mais tarde me encaminhei para o motel que havíamos combinado.

Organizei o quarto, acendi velas e levei alguns produtinhos eróticos comprados especialmente para a ocasião. Enchi a banheira e preparei um banho de espuma digno de novela.

Não demorou muito e ela chegou. Estava deitado no sofá quando tocou a campainha. Fui até a porta e abri. Ela estava incrivelmente linda e diferente! Nem parecia a minha discreta esposa.

Vestia uma roupa bem justa e insinuante. Exalava um ar de vadia, lasciva! Olho no olho e não dissemos mais nada: apenas um beijo forte, bem molhado! Mal fechamos a porta do quarto, despimo-nos quase com fúria e num minuto estávamos na cama.

Levantei seu vestido e já comecei com um sexo oral. Estava encharcada, lambuzei toda minha boca. Subi e dei mais um beijo. Ela lambeu meu rosto todinho, estava ofegante.

Depois foi a vez dela retribuir o prazer. Chupava realmente muito forte, desconhecia estas habilidades técnicas até então. Ela se comportava como se fosse outra pessoa, me chamava por outro nome e não perdia oportunidade de citar que estava “traindo seu marido”.

Depois de um tempo ela ficou de quatro. Aproveitei a posição e coloquei dois travesseiros debaixo da sua barriga, deixando sua bundinha empinada. Fiquei de cócoras atrás dela e coloquei bem fundo em seu sexo.

De repente ela me olha, abre as nádegas e sugere: “quer entrar?” Lógico que aceitei. Devagar ela foi forçando sua pelve para trás até sentir que tinha devorado meu pênis por inteiro. Começou então, lentamente, a se movimentar para frente e para trás, acariciando os seios com as mãos.

Eu entrei num ritmo frenético. Seus gritos se intensificaram a cada vaivém que eu fazia, anunciando seu orgasmo louco, animalesco. Eu, por minha vez, não resisti e a agarrei com violência, atingindo um orgasmo igualmente fantástico.

Ficamos colados por um tempo. Percebendo que estava completamente relaxado, ela sugeriu que tomássemos um banho. A banheira de espuma já estava lá, pronta nos esperando. Aquela tarde foi especial! Fomos embora separados, como se realmente fôssemos amantes.

À noite, durante o jantar, perguntei como foi a seu compromisso e ela me respondeu:

– Ahh, foi legal! – Falou fingindo desinteresse. – A partir de agora, vou ter que fazer  hora extra no trabalho.

Vi um sorriso malicioso surgir no canto da boca.

Conto erótico enviado por seguidor anônimo

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