E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Já voltando para casa, naquele dia chuvoso, todas as lembranças voltavam á minha mente. Tinha acabado de viver a melhor de minhas aventuras e não estava acreditando em tudo que estava acontecendo. O vento batia suavemente em meu rosto trazendo o perfume dele, ainda impregnado em mim. Um sorriso se abriu dentro de mim, finalmente estava satisfeita.

Conheci Eduardo em um site de relacionamentos. Desde o primeiro contato tivemos boas afinidades; ele parecia ser uma pessoa de confiança, séria, um homem culto e muito bonito. Difícil acreditar que um homem daqueles pudesse dar retorno às minhas mensagens, com tantas mulheres (provavelmente) à sua volta. Mas ele não só deu retorno como fez questão de me conhecer. Passamos um bom tempo nos “conhecendo” à distância: mensagens, email, fotos e algumas conversas pelo Skipe. Minha câmera não estava funcionando, logo ele não me conhecia realmente a não ser pelas fotos que eu mandava.

Combinamos de nos vermos em uma quinta-feira. Só que o dia amanheceu chuvoso! Detesto chuva! Não saio de casa em dias assim, a não ser por trabalho. Mas neste dia estava de folga. E ele começou a insistir em me ver, que seria apenas um “oi” pra gente se ver pessoalmente… Até porque depois ele precisava voltar ao trabalho. Tentei desviar sua atenção, mas ele se mostrava irredutível! Não tive outra saída a não ser me encontrar com ele… Tomei um banho rapidamente, coloquei uma roupa qualquer e resmunguei baixinho por ter que sair naquele frio!

Confesso que todas as minhas defesas e meus resquícios de mau humor se dissiparam no momento que o conheci. Eduardo abriu um lindo sorriso iluminado por aqueles olhos azuis… Eu simplesmente perdi a noção do tempo! Estava muito nervosa, escondi as mãos para que ele não me visse tremer feito uma adolescente!

Conversamos naturalmente enquanto rodávamos pela cidade. A chuva caindo pesada lá fora! Ele se mostrou muito mais simpático, educado e mais bonito do que eu imaginava. Disse que queria tomar um espumante comigo… E já foi entrando em um dos motéis mais lindos da cidade. Nem deu tempo pra pensar…

Antes de subir, ele pegou uma garrafa de espumante no banco de trás do carro e me conduziu ao quarto. Era um homem alto, porte atlético. Nunca fiquei tão à vontade com alguém quanto foi com ele, num primeiro encontro. Realmente parecia que ele já fazia parte de minha vida… Enquanto ele preparava as taças, pude perceber aquele volume se pronunciando dentro da calça. (hummm… que volume!). De maneira descontraída, falamos sobre assuntos diversos até surgir aquele primeiro beijo… E eu tentando lembrar qual era a lingerie que havia colocado… Maldita pressa em sair! Por que não me preparei para tanto tesão num dia chuva?

Ele sentou na minha frente, aproximou o corpo de mim e perguntou: “Será que vai ter química entre nós? Vamos ver?” e me deu um beijo tão gostoso que me deixou quente na hora! Sentei no seu colo, nos beijamos muito… Pude sentir aquele tal volume me pressionando contra a roupa. Eduardo falava coisas obscenas, sussurrava delícias ao meu ouvido e tirava minhas roupas lentamente. Tirou sua camisa… Pude sentir seu cheiro! Que homem! Mordia cada pedacinho dele, lambia seu peito ao mesmo tempo em que sentia aquele perfume… Tão bom impossível esquecer!

Em pouco tempo, estávamos nus em cima da cama. No momento que baixei sua cueca, literalmente levei um susto! Era muito maior do que eu pensava e do que havia visto nas fotos! Suspeitei que aquilo não coubesse em mim… Bati com seu membro em meu rosto, lambi-0 de cima a baixo, enquanto olhava sua expressão de completo tesão! Ele bebia espumante depois chegava perto de mim e derramava em meus lábios… Estava com vergonha de mim, mas ele me deixou completamente à vontade comigo mesma.

Em determinado momento, seu telefone toca. Era do seu trabalho: negócios a resolver. Fui “ordenada” a continuar minha deliciosa tarefa. Era lindo de o ver falando de questões do trabalho e revirando os olhos enquanto eu o chupava com o maior prazer… Pude me aproveitar dele nestes longos minutos, levando-o a uma tortura sem fim. Com os olhos e me apontando o dedo indicador, ele prometia uma revanche. E assim foi…

Desligou o telefone e prendeu minhas mãos. Seus beijos eram regados a espumante e língua quente entrando e saindo de minha intimidade. Não conseguia me conter de tanta vontade dele! Mas ele cumpriu a promessa de retribuir o “castigo” ao telefone.  Gozei abundante em sua boca e pedia por ele, cada vez mais. Queria-o dentro de mim! Mas ele não entrou…

Podia ver seu membro imenso esfregando em mim, me provocando de todas as maneiras… Ele adiando ao máximo este momento! Ele me lambeu de todas as formas possíveis, até me penetrar inesperadamente. Nem deu tempo pra ver se havia colocado a camisinha, de tão rápido que foi (mas colocou!). A dor foi tão grande, tão boa… Senti cada pedacinho meu preenchido por ele! Colocou tudo de uma vez e ainda ficou observando minha expressão surpresa, rindo malicioso… Eu me perdi no meio daqueles olhos azuis.

Começou com aquele vai-e-vem enlouquecedor… Que só de lembrar outra vez, já fico molhada! Acabou comigo! Nunca vi tanta disposição para o sexo num homem só! Transamos em todas as posições imaginadas. Gozei não sei quantas vezes de tanto tesão… E ele nem parecia cansado! Brinquei perguntando se ele sabia o que era gozar. Levei mais uma boa “surra” de sexo pra aprender a ficar quieta! Queria brincar em “outro local”, mas não tive coragem de atender a seu pedido… Neste caso, o tamanho era um documento e tanto!

Tirou a camisinha e pediu minha boca mais uma vez. Minhas mãos pequenas se aliaram aos meus lábios para, logo em seguida, sentir aquele gozo inundando meu rosto e minha boca. Não deixei escapar nada! Ele gemia e se contorcia abaixo de mim… Foi demais!

– Eu quero te ver muita outras vezes, Marcela! – disse ele com aquela voz rouca e grossa. – Adorei ter encontrado você!

Meu olhar só retribuía… Estava encantada e não havia outra palavra para expressar este momento. Foi o dia de chuva mais lindo que já vi… Não me arrependi de ter saído de casa neste dia.  Ele fez valer a pena cada minuto. Ás vezes o improviso sai bem melhor do que o planejado.

Recebi uma mensagem dele mais tarde… Que coisa boa isso! Além de dizer tudo aquilo que eu esperava ouvir, também me disse que fiquei devendo “a parte de trás”!  Sorri e prometi pensar no assunto… E fui embora extremamente cansada e feliz. Com gosto de espumante e sexo na boca.

Conto erótico enviado por Marcela K.

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