E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Era sábado pela manhã. Um dia maravilhoso de se ver… céu azul, sem nuvens, um calor danado. Tinha acabado de acordar cedo para ir a uma barraca de açaí fazer um café reforçado e passar o dia surfando.

Ao chegar na barraca, fiz o meu pedido e fiquei olhando um tanto distraído para o mar. De repente senti um dos aromas mais deliciosos que já senti e isto me fez virar a cabeça sem disfarçar a curiosidade. Imediatamente percebi uma garota alta, cabelos pretos tipo índia, morena com um corpo daqueles que mesmo de roupa já sabemos que é delicioso.

Comecei a observar seus trejeitos, sua postura, seus movimentos… Cada momento que passava, ficava com mais vontade de chegar perto e iniciar algum tipo de contato. Só que num relance, notei uma aliança no anelar direito.
Aquilo não podia ser verdade!! Mas em sinal de respeito, fiquei na minha.

Eu me aproximei do o balcão para pegar meu açai e dei bom dia discreto. Imediatamente ela me respondeu com um sorriso lindo e cheguei a sentir seu cheiro novamente. Cheguei a sentir o gosto de cada parte daquele corpo maravilhoso. Imaginei ser apenas um gesto cortez da moça, ter me respondido de forma tão alegre…

Fui para mesa saborear meu açaí. Neste momento percebi que ela estava indo embora e que estava dando tchau para o pessoal da barraca. Na mesma hora comecei imaginar devorando ela ali na praia mesmo… Aquela ideia me agradava!

Foi então que o garçom chegou de mim com um guardanapo escrito um número de whatsapp e o nome “açaí”.
Perguntei do que se tratava e o garçom disse que teria sido a tal moça que pediu para me entregar assim que ela fosse embora.

Imediatamente entrei em contato e não fui correspondido. Aí pensei naquele velho ditado: “quando a esmola é demais, até o santo desconfia”. Fui preparar minhas coisas para surfar e fiquei com aquela delícia de morena na cabeça o dia todo. Estava no mar, mas imaginando aquela sereia em meus braços…

Próximo ao anoitecer quando saí do mar cansado, adocei a prancha, me banhei. Após me enxugar fui olhar o celular e vi que aquela Deusa tinha entrado em contato várias vezes. Na última mensagem que ela enviou dizia: “não entre em contato. Aguarde e te ligarei, pois sou noiva”.

Foi quase uma facada no coração! Passei o resto do dia, a noite, a madrugada inteira imaginando mil e uma situações e só consegui dormir quando amanheceu o dia. Já não aguentava mais de sono.

Passou o dia todo sem contato e quando menos espero o telefone toca. Era ela! Que voz! Felicidade de se ouvir, daquelas que imediatamente seu corpo corresponde. Sua mente vai ao céu, seus instintos promovem mil e uma situações a serem cumpridas e por aí vai…

Além de um “boa tarde, surfista” ouvi ela em um tom de voz que mudou de princesa a devassa falar: “preciso provar a gozada de um homem”.

Imediatamente achei que fosse alguma pegadinha, brincadeira de algum conhecido, sei lá… Mas ela continuou a falar. Me contou que era noiva, amava o noivo porém só faziam o básico. Ele era de uma família tradicional e não a procurava para outras formas de prazer. Só que ela tinha muita vontade de provar.

Eu me coloquei como pretendente, é lógico! Faria de tudo para que acontecesse, mas ela disse que teriam algumas restrições. A esta altura do campeonato, falei que aceitaria tudo o que ela quisesse e imediatamente ela marcou lugar e hora.

Eu deveria buscar a noite na porta da faculdade de direito. E assim eu fiz.

Assim que ela entrou no carro, pediu para que eu não a tocasse. Me olhou com um jeito malicioso e foi retirando peça por peça da roupa dela. Começou a se tocar, mordia os lábios e eu só observando… Já não aguentava de tanto tesão.

Ela sabia provocar! Introduziu dois dedos em seu sexo todo molhado, deixou eles bem suculentos e colocou em minha boca. Não iria resistir por muito tempo… Ela pediu então para que eu fosse dirigindo ao primeiro motel que encontrasse. Assim fiz.

Ela retirou meu pau da calça que já estava latejando e comečou a lamber, chupar, mordiscar. Eu já não prestava mais atenção a placas, trânsito ou sinais. Queria era chegar logo ao motel, tamanho era o meu tesão.

Ao entrarmos, ela pediu para eu descer e ficar na cama esperando. Imediatamente tirou algo da bolsa, que logo constatei ser uma câmera. Ela disse que iria filmar tudo e que queria que eu gozasse na boca dela para sentir o meu gosto. Eu poderia fazer tudo o que eu quisesse só não podia gozar sem ser na sua boca.

Aquilo me deixou maluco! Começamos a nos beijar loucos de desejo e parece que “nasceu uns dez braços em mim”. Minhas mãos já tomavam conta de todo aquele corpo delicioso. Até que ela puxou meus cabelos e começou a esfregar seu sexo na minha cara.

Inverteu de posição e iniciou uma das melhores chupadas que já levei na minha vida. Eu pedi para comer sua b… mas ela disse que estava muito gostoso assim, então fiquei mais um tempo “sofrendo” nas mãos dela. Depois ela mesma me deixou deitado na cama, se encaixou em mim, já pingando de tesão e começou a cavalgar como louca movendo todo corpo em uma sincronia tão perfeita que eu só de olhar já sentia vontade de gozar.

Não deu muito tempo e senti que todos os músculos da deliciosa morena se contraíram de forma muito intensa e ela deu um suspiro delicioso me agarrando e apertando muito forte. Chegou no meu ouvido e pediu: “goza agora na boca da sua putinha”.

Pegou a câmera, ficou de joelhos e começou a me chupar novamente. Eu já não aguentava mais segurar e fiz o que minha deliciosa Deusa morena pediu. Gozei naquela boca linda e ela não deixou escorreu nenhum pingo.

Fomos ao banheiro e tomamos um banho de forma sensual. O clima foi esquentando novamente e ela pediu para que eu preparasse seu cuzinho… Assim eu fiz, dei toda atenção para aquela parte da morena. Lambi, acariciei, deixei ele bem relaxado e comecei a brincar com meu pau entrando cada vez mais fundo naquele cuzinho lindo.

Ela ficou quase de quatro e pediu para eu socar forte e não parar. Segurei firme os cabelos dela, empurrei meu pau e começamos um delicioso anal ali mesmo. Antes que eu gozasse novamente, ela puxou uma das minhas mãos e me fez brincar com seu clitóris, fazendo-a a gozar no mesmo instante.

Outro banho e depois ela me chamou para assistir ao vídeo. Ficou digno de todos os prêmios de qualidade. Então ela olhou para mim e falou:

– Olha só, surfista, nunca me ligue. Vou casar na próxima semana e não quero problemas. Se você se comportar teremos mais quantas vezes eu ainda te desejar, pode ser?

Aceitei na hora. Nós arrumamos e a deixei novamente no mesmo local onde fui buscar. Após esse dia passou quase dois meses sem contato e ela novamente me acionou. Tivemos um relacionamento de dois anos… Escondido, porém com muitos orgasmos e sensações maravilhosas.

Essa foi uma das mais deliciosas loucuras.

Conto erótico enviado por Papa Charlie

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