E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Eu e ele nos conhecemos no casamento da minha melhor amiga. Foi muito breve, já que tive que ir embora logo no inicio da festa porque estava com a minha filha.

Do lado de fora do salão estava esperando o Uber chegar quando ele se aproximou. Logo que olhei fiquei interessada. Ele me hipnotizou com aquele olhar. Seus olhos escuros pareciam que estavam me despindo ali mesmo. Nesse dia não nos falamos muito, eu estava namorando na época e ignorei o tesão que senti por aquele homem.

Passado mais ou menos uma semana, tive uma briga feia com meu namorado e terminamos. No dia seguinte ao término fui a casa da minha amiga (a noiva) e começamos uma busca para saber quem era o tal homem. Eu não havia nem perguntado seu nome, estava sem rumo.

Por fim descobrimos. Ela enviou meu número para ele como quem não quer nada e ele, sem demora,me mandou uma mensagem. Começamos a conversar naturalmente. Descobri que seu nome era Bruno, tinha 34 anos, era divorciado, bem sucedido e adorava uma sacanagem.

Depois daquela conversa casual ele começou a esquentar um pouco as coisas. Logo me pediu fotos. No início eu hesitei, mas acabei enviando fotos quentes, não explicitas. Aos poucos fui deixando-o louco de tesão.

Eu era puro fogo! Não aguentei esperar e pedi para nos encontrarmos na mesma noite. Ele aceitou! Fiquei super nervosa, afinal sairia com um cara mais velho… Fiquei horas me arrumando e imaginando como seria a noite.

Chegou a hora marcada e ele foi me buscar na minha casa. Fomos a um barzinho chamado Bikers, bebemos alguns chopps e ele logo pediu um uísque. Conversamos sobre coisas banais, trabalho, hobbies, filmes, mas em determinado momento ele parou de falar e ficou apenas me olhando. Eu apenas retribui e quando me dei por conta estávamos nos beijando loucamente, um beijo daqueles de tirar o fôlego.

Depois deste beijo as coisas esquentaram muito mais. Ele começou a me falar o que queria fazer comigo. Dizia que iria tirar toda a minha roupa e me chupar todinha, enquanto ia metendo os dedos em mim.

A essa altura eu já estava toda molhada e ele percebeu que a minha calça tinha um mínimo furinho no meio das pernas (não julguem, juro que não tinha percebido). Ele começou a discretamente colocar o dedo nesse furo e me masturbar, ali no meio de todos. Puxou minha calcinha pro lado e meteu o dedo na minha vagina, falando no meu ouvido: “quero te comer no banheiro, vai na frente ou te pego bem aqui, sua safada”.

Fui ao banheiro sem pensar duas vezes. Deixei a porta destrancada e logo ele entrou, me prensando na parede. Logo me beijou, tirou a minha blusa, chupou e lambeu meus peitos com fúria! Puxou meu cabelo e me fez ficar de joelhos.

Abriu as calças rapidamente e botou o pau pra fora (que pau grande e grosso, diga-se de passagem!). Sem pestanejar comecei a chupá-lo. Passei a língua nele todo, nas bolas, chupei a cabecinha e fui enfiando ele todo na boca. Sua cara era puro tesão.

Parei, pois ainda queria senti-lo metendo em mim antes de gozar. Subi e beijei-o freneticamente, ele me virou de costas contra a parede, abaixou minhas calças e a calcinha.

Foi tudo tão rápido! Abri bem as pernas e ele me chupou, lambia meu clitóris enquanto metia os dedos. Estava louca de desejo e gozei logo em seguida.

Achei que tínhamos terminado e iríamos pra outro lugar, mas ele me puxou pelos cabelos e disse assim: ” Eu ainda não acabei com você, quer ser minha puta hoje?” Respondi que sim, queria ser sua vadia!

Ele então sentou no vaso e me mandou sentar. Só sentia seu membro entrando e saindo completamente de dentro de mim, me abrindo todinha. Ele segurava meu rosto e dizia que eu era a puta mais gostosa que ele tinha.

Rebolei tão gostoso e gozamos junto. Ele me encheu com seu leite e eu amei! Nos recompomos e voltamos para o bar. Por incrível que pareça, ninguém percebeu.

Bebemos mais um pouco, comemos e resolvemos ir embora. Ele parou o carro na frente da minha casa e me beijou. Novamente o desejo acendeu em nós dois. Ele foi passando a mão nas minhas coxas, fiquei excitada novamente e percebi o volume nas suas calças. Puxei seu membro pra fora e chupei-o com muita vontade. Batia com ele na minha cara e enfiava tudo na boca. Não é preciso dizer que ele urrava de tesão e me chamava de cachorra gostosa.

Ele me empurrou pro banco de trás e me mandou ficar com o rabinho bem empinadinho pra ele. Obedeci, ele me chupou e meteu em mim logo em seguida. Enfiou primeiro a cabecinha, bem devagar, depois foi colocando tudo com força.

Mandava eu me masturbar… Enquanto isso, eu estava louca! Gemia alto, sem me importar se alguém iria escutar e ele também. Gozamos juntos de novo, mas dessa vez ele encheu meu rabinho com seu leite.

Depois me vesti, entrei em casa, tomei um banho e fui para a cama, exausta. No dia seguinte recebi mensagens do meu namorado, voltamos e nunca mais sai com o Bruno, mas até hoje gozo só de lembrar das loucuras daquela noite.

Conto erótico enviado por seguidora anônima.

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