E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Resolvi fazer faculdade tardiamente, quando entrei na sala vi que a maioria eram adultos, bem maduros mesmo.

Eles faltavam muito ás aulas, devido aos seus trabalhos e compromisso, por isso demorei conhecer todos.

Um destes dias, sentada na minha carteira, escutando música , pois a aula ainda não tinha começado,vi um cara muito exótico. Usava bandana na cabeça, muito anel nos dedos e um piercing pequeno próximo ao queixo, acompanhado de um maravilhoso cavanhaque…

Ele era um brutamontes. O que surpreendeu ao passar por mim , deu um “oi”… meigo.

Era um gigante gentil, vamos dizer.

Os colegas da sala fizeram um grupo de whats. Sem saber que era ele, me elogiava muito e chamou no privado. Falou de suas intenções comigo. Conversa vai, conversa vem, marcamos um dia de nos encontrar.

Ele era casado, eu também… fomos objetivos no que queríamos. E passou, de carro, na frente do shopping, para irmos ao motel.

Jorge é um homão, e tem fama de muito rude. Deve ter 1,90, mais ou menos. È forte… e tem no rosto um semblante muito sério. Eu? Bem… posso dizer que sou baixinha.

Entrei no carro, ele me olhou de cima a baixo e sorriu. Eu sentei do seu lado. Fria, por dentro e por fora, pois estava nervosa.

Ele veio do trabalho. Era começo da tarde.

No carro ,numa de suas mudanças de marcha, colocou sua mão na minha perna e perguntou se eu queria ir em algum lugar antes. Falei, que queria tomar um café…

Ele era meu colega, queria conversar mais um pouco … achava eu.

Quando o carro parou, ele pediu para eu me virar para o lado dele…Quando virei  pude ver o volume no meio de suas pernas, que estava aumentando a olhos vistos.Nisto ele pega na minha nuca e puxa junto a si, e dá um beijo na minha boca. Apertado, molhado. Pressionando sua boca contra a minha. Parece que tinha uma ânsia.

Daqui a pouco todo o meu rosto estava sendo beijado, e ele já estava pedindo” por favor”, para irmos para o motel…ele queria me ver, tocar, cheirar.

Seu linguajar beirava o sedutor, pois ele me chamava de” fêmea”, ” minha mulher” e “felina” a todo o momento.E se dizia “meu macho”.

Ele foi claro: “Queria sentir meu cheiro e gosto de fêmea” … ao meu ouvido soou estranho, mas extremamente excitante.

Entramos no motel. Pediu uma suíte e estacionou na vaga. Quando eu desci do carro e já estava indo para a porta, que levaria até o quarto… ele saiu do carro e me agarrou por trás.Seus braços enormes impossibilitava de eu me mexer.

Colocava a língua nas minhas orelhas, pescoço e respirava forte… cheirava meus cabelos…arfava! Tudo em mim o excitava.

Eu fiquei extremamente excitada com aquele homem enorme me agarrando, me querendo de uma maneira diferente… pelo cheiro de fêmea que eu exalava…De uma forma animalesca.

Tudo o que era de mulher, como:cabelo comprido molhado, meu perfume, minha pele recém lavada, meu beijo, era, para ele, uma pequena preliminar.

Me desvencilhei de seus braços e o beijei longamente. Consegui segurá-lo para que, pelo menos, eu pudesse subir as escadas e entrar no quarto.Quando consegui, ele repetiu a mesma cena: agarrou por trás;cheirou,longamente, meus cabelos; me virou para ele e, novamente, me deu um beijo.

Chegando dentro do quarto de motel, ele sentou na beirada da cama e me puxou para o meio de suas pernas.Fiquei de pé e ele sentado de pernas abertas e eu no meio delas.Notava seu volume e também para aquelas pernas grossas e cabeludas.

Saí de perto dele e fui abrir a geladeira  para pegar uma cerveja. Estava abaixada, quando senti alguma coisa prensando minha bunda, tomei um susto.

Ele pegou na minha cintura e esfregou com força o seu membro duro no meio das minhas pernas. Fiquei espantada com o real volume, neste exato momento.Senti minha calcinha encharcando.Virei, tentando pensar em como desvencilhar, para dar um tempo de beijá-lo. Pelo menos. Ele parecia afobado. Com fome.

Fui, novamente, pegar a cerveja e ele foi chegando devagarinho. Grudou na minha cintura e espetou, por cima da roupa seu sexo no vão da minha bunda.

Ele, sem falar, foi subindo o resto de pano do meu vestido que cobria minha bunda e jogou pra cima da minhas costas me deixando com a bunda de fora somente com a calcinha preta que havia colocado. Era um fio-dental!

Neste momento sinto, aquele brutamontes puxar minha calcinha para o lado e colocar a ponta de algo grosso na entrada do meu sexo. E quando menos eu esperava, senti me invadindo, rasgando e pressionando. Quando ele enfiou tudo dentro de mim, parecia que eu estava perdendo a virgindade de novo.

Eu gemi alto.Ele parecia ter sentido prazer com meu gemido.

Cravou de uma vez tudo dentro de mim, começou a socar forte. Puxava pela cintura de encontro ao seu corpo.

Nosso sexo estava sendo bem selvagem e eu estava gostando.

Ele parecia um animal. Desde que chegou, até agora…parecia um macho copulando com uma fêmea no cio. Era assim que eu me sentia.

Estava muito molhada, o som do vai e vem de seu pênis dentro da vagina, aos meus ouvidos soavam como uma excitação sem fim. Aquilo foi me excitando, de tal maneira, que acabei traindo a mim mesma.

Estava sentindo prazer em ser pega a força pelo brutamontes. Ele tinha uma pegada firme e animal que eu gostava

Aquilo era um colosso de macho!

Senti meu sexo esquentar muito… foi esquentando cada vez mais. A sensação foi como se tivesse passado uma forte corrente elétrica no meio de minhas pernas, subisse, dando um tesão.

Esta sensação foi até a nuca. Que delícia! Gozei de uma forma intensa e animal, como nunca havia gozado antes.

Minhas pernas fraquejaram, ele percebeu… me pegou no colo, colocou de bruços na mesa decorativa. Ali, continuou a meter forte em mim, até que anunciou seu gozo enfiando até o talo de seu pênis… parecia desgovernado.

Junto de seu gozo seguiu um urro que jamais havia ouvido de um homem na hora H.

Ele gozava alto e aquilo era muito excitante. Coisa animal, macho, felino…algo que parecia mostrar ao mundo sua superioridade sexual. Uma ode ao sexo.

Debruçou seu corpo sobre minhas costas, me beijando. Cobria meu corpo com seu corpo suado. Disse no meu ouvido, com uma voz grave e sexy, que arrepiou os pelos mais íntimos:” Que tesão você é minha fêmea.”

Nunca escutei algo tão excitante e diferente!

Ele foi saindo de dentro do meu sexo, devagar.

Levantamos e tomamos um banho, conversando animadamente.

Ao voltarmos para a cama fui surpreendida por um homem de um carinho extremo, que ficou passando a mão nos meus cabelos, fazendo com que dormisse em seus braços.

Acordei e recomeçamos nosso sexo selvagem e assim foi até cair da noite.

 

Conto erótico enviado pela seguidora Gisella Santos.

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