Carlos e Cléo adoram inovar. Eles gostam de se aventurar e experimentar novos prazeres. Estão sempre a procura de “adrenalina”.

Ela, apesar da inexperiência, está sempre em busca de satisfação de todas as formas. Às vezes tem medo, mas isso não a impede de seguir em frente com os seus desejos eloquentes.

Ele, por sua vez, a deixa excitada sempre que pode, provocando uma vontade imensa de realizar todas as suas vontades e fantasias. Isso dá prazer aos dois. O perigo, o desafio, o proibido.

Eles decidem ir à busca de mais uma aventura: transar em  público. A ideia de que alguém pudesse vê-los os deixava excitados. Foram até a praia, num final de tarde.

Ela vestia uma saia curta soltinha no corpo e não havia nada por baixo. Usava também uma blusinha de alça sem sutiã, deixando seus seios arrepiados pelo desejo bem à vontade.

Subiram a pedra onde as pessoas gostam de contemplar o pôr do sol, havia poucos casais ali… Mas eles queriam contemplar outra coisa, além do crepúsculo vespertino. Queriam saciar aquela vontade de se tocarem, do encaixe… Teriam que fazer de modo que ninguém percebesse aquele encontro de dois corpos encaixados um no outro, tentando conter seus gemidos.

Ela sentou entre as pernas dele bem juntinho daquele corpo quente e já cheio de tesão. Ele beijou sua nuca, pescoço, e suas mãos foram deslizando por debaixo da saia acariciando-a com desejo até tocá-la e sentindo ela toda úmida. Já estava ofegante doida pra senti-lo dentro dela…

Cada vez ficava mais difícil se conter. Então eles olham ao redor e tentam disfarçar. Ela sussurra no ouvido dele: Eu quero você. E ajeita a saia de modo que cubra toda parte íntima dela e dele…

Prontamente ele atende ao seu pedido. Abre o zíper da bermuda e deixa seu sexo duro livre todinho pra ela, que começa a acariciar deixando-o com mais excitação ainda. Com muito jeitinho, ela encaixa tudo já quase explodindo… Humm que delícia esse encaixe!

Ela movia seus quadris lentamente e comprimia seu sexo com força, toda molhada de desejo. Tudo sem pressa, apenas pelo prazer de curtir o momento. Enquanto isso, as mãos dele acariciavam e apertavam seus seios por baixo da blusa.

O dia já estava escurecendo, menos gente ficava ali. Até que eles ficaram a sós e puderam contemplar aquela paisagem de forma muito prazerosa…

Fonte: conto erótico enviado pela seguidora C. G.

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