E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Os dois buscavam um lugar sossegado onde pudessem conversar sobre o amor que os une. Primeiro sentaram à beira da lagoa, mas a imensidão daquelas águas ainda não era suficiente para testemunhar tal diálogo, afinal, seriam tantas confidências, tanta cumplicidade…

Foram para uma reserva ambiental. Um lugar calmo de mata verdejante. Micos, pássaros e um igarapé formavam a biodiversidade do lugar…

Seus corpos ardiam de paixão e desejo o que os desviava do propósito da conversa. Ela ia à frente decidida, altiva mostrando de forma clara a sua força, independência e senso de orientação. Ele visualizava o seu corpo desejando-a cada vez mais.

Os olhos atentos percorriam a mata no intuito de encontrarem um “pé de pau” onde pudessem se encostar e se amarem ali mesmo tamanho era o fogo que os consumia. Caminharam por trilhas intermináveis em busca de um lugar. Seus corpos queriam se unir urgentemente formando apenas um.

Ao longo do caminho encontraram o rio. Há!!! O rio!!!! Com suas águas calmas e rasas poderia facilmente amenizar o calor dos seus corpos. Relutaram em se banharem e seguiram o caminho margeando o rio. Encontraram uma pequena corredeira com pedras grandes. O barulho do rio parecia uma sinfonia, uma trilha sonora que embalava ainda mais aquele amor.

Abrigaram-se entre as pedras e se beijaram apressadamente. Despiram-se, pois o calor só aumentava apesar da sombra das árvores e da brisa que soprava. Ela beijou o seu falo que latejava de tanto desejo, seus lábios deslizavam de forma intensa provocando nele o mais alto nível de prazer… Ela lambia e chupava como se estive degustando uma manga doce, que escorria uma seiva de sabor inigualável.

Ele em retribuição se abaixou e beijou o seu sexo, lindo com uma ameixa doce… Sugava a sua seiva e bulinava o seu grelo. Ela respondia aos estímulos com gritinhos e palavras que denotam prazer. Ele chupava e apertava as suas costas trazendo seu lindo sexo para mais perto da sua boca. Sua língua deslizava de forma intensa percorrendo e lambendo aquela fruta de cheiro característico e irresistível.

A garota se vira de costas, encosta-se na pedra e o brinda com a visão maravilhosa de sua bunda. Aquela parte do seu corpo que à primeira vista parecia “xôxa”, se mostra como no dizer de Jorge Amado: “uma bela anca”.

Ela com olhar sorridente e faceiro diz: “vem”…  Aquele era o convite para penetrá-la… Ele de pronto a penetrá-la em movimentos firmes de vai e vem. Ouvia-se o barulho das águas e a sua bunda que já é bonita ficava ainda mais linda naquela posição. Empinada e deixando à mostra a sua pele bronzeada. Saltava aos olhos a marquinha do seu biquíni.

Ele metia de forma profunda o seu pênis. Ela já estava meladinha e quente. E como sempre, fazia questão de evidenciar o prazer que sentia e o estimulava a meter ainda mais forte… “mete assim, vai… me come assim” …

Sem poder resistir a tanto prazer, tanto desejo e a tanta gostosura, pois como ele já havia dito várias vezes, ela é uma “tesuda”, ele explode em um gozo de inesquecível volúpia. O esperma quente se espalha escorrendo pelo rego daquela bunda linda.

Sorriem um para o outro e procuram um lugar seguro no rio para se banharem. Estão aliviados. Conversam, se beijam, se arrumam como podem e seguem o leito do rio. Amantes da natureza que são, aproveitam para retirar objetos estranhos àquele lugar paradisíaco que os acolheu. Retiram lixo e seguem sorridentes.

Param em uma barraca, tomam água de coco e cerveja na tentativa de amenizar o calor. Tomam banho no rio e ela retoma a conversa que deveriam ter desde o início do encontro. Trocam confidências, esclarecem os desejos e medos, planos etc…

A despeito do teor da conversa, saem com os seus corações aliviados muito embora ainda sintam um aperto no peito. Sentem-se em paz. Deixam o paraíso que lhes serviu de alcova e seguem o caminho de volta.

Ela usa um short amarelo. Parecia adivinhar que o amarelo é uma das cores favoritas do seu amado que desde a infância pintava seus desenhos nas cores azul e amarelo. Ela monta em sua moto e vai-se embora, entretanto, para mais à frente e manda-lhe um beijo. Beijo de saudade, de vontade…

Ele segue ouvindo um cd de um cantor apaixonado. Assim como o cantor, o rapaz está igualmente apaixonado e todas as músicas o faz lembrar daquela menina…

Lembra-se de certo balcão, de certo beco, do sofá, da escada, do banheiro, da cama com um espelho bem posicionado. Lembra ainda de certo lugar com nome de livro de Jorge Amado, lembra-se de um lugar com nome de praias.

A menina ao chegar em casa, manda uma mensagem de texto informando que chegara em segurança… Menina linda de cabelos ao vento, vestindo um lindo short amarelo.

Conto erótico enviado por T. B.

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