E-book Contos Fetiche: Histórias Deliciosamente Reais

Ontem tive uma briga séria com ela! Discutimos, choramos, argumentamos, mas pelo jeito do que eu disse deu certo. Estava há dias sem sexo e esse foi o motivo de nossa DR (Discussão de Relacionamento).

Eu não queria mais ninguém! Queria ela! Estava com um tesão que estava me matando aos poucos. Cá pra nós, ela não estava “cumprindo seus compromissos conjugais”. Suponho que era por preguiça de fazer sexo mesmo, porque não havia nada de errado com ela. Não estava na TPM, não estava estressada, não tínhamos filhos.

Bem, talvez fosse o cansaço mesmo, afinal ela estava num ritmo louco de trabalho.

Fui dormir contrariado no sofá com a impressão que ela não estava mais a fim de mim. O clima realmente estava muito ruim. Engraçado é que mulher vive reclamando de tudo, mas dificilmente para um pouco pra pensar pelo nosso ponto de vista. Acha que eu acredito nestas histórias de “dor de cabeça” se ela fica na maior disposição para fazer outras coisas?

Adormeci inquieto pela briga que tivemos. De madrugada, acordei excitado, um tanto ofegante, coração aos pulos! Tive um sonho erótico com ela e acordei de pau duro. Deixei meus olhos se acostumarem ao escuro, levantei e fui para minha cama. A esta altura, minha birra já tinha passado.

Liguei o abajur. Aquela luz rosada derramou pelo silêncio do quarto. Minha mulher estava ali, deitada de bruços, jogada na cama… Nua! Pura provocação! Provavelmente sabia que eu viria para o quarto e queria que a visse assim. Ela é bem dessas: quando a gente briga, sempre dá um jeito de me excitar depois e se fazer de difícil.

Fiquei observando seus cabelos atirados displicentes pelo travesseiro, o contorno de suas curvas por baixo do fino lençol, os seios firmes e redondos descansando no meio de seus braços… Cheguei perto. Senti seu cheiro adocicado. Cheiro de fêmea! Passei a mão em seus cabelos, coloquei para o lado. Beijei suavemente sua nuca e seu pescoço.

Não queria acordá-la… Bem, na verdade, queria sim! Aquele sonho que tive me deixou com mais vontade ainda! Ainda estava com membro duro feito pedra.

De repente, tive uma ideia louca! Vou amarrá-la amarrada na cama e ela não terá como escapar de mim desta vez! Silenciosamente, procurei numa gaveta algumas meias de seda que ela usava. Seriam minhas “algemas” improvisadas.

Devagar e firme, enlacei os pulsos e amarrei na cabeceira da cama. Sabia o quanto ela dormia profundamente, então resolvi me aproveitar da situação! Ela se mexeu levemente, abriu os olhos e acordou! Não precisa dizer que já me olhou com aquela cara furiosa perguntando o que significava aquilo (mas com um sorriso nos lábios).

Sorri, malicioso ao perceber que ela tinha gostado deste jogo. Com a paciência de quem está fazendo arte, esperei ela fazer seu discurso habitual. Se ela estava a fim de fazer jogo comigo, iria ensinar as minhas regras “à força”!

“É, meu bem… Hoje eu estou na maldade! Desculpe, mas vou ter que realizar esta pequena fantasia. E pelo jeito não tem ocasião melhor do que esta! Hoje você não escapa de um marido cheio de tesão!” – falei.

Deixei-a de pernas bem abertas na cama e a amarrei com outros dois pares de meias de seda. Subi na cama, completamente excitado e fiquei em pé, em cima dela. E o meu sorriso diabolicamente prometendo loucuras!

Abaixei-me até encostar meu membro rijo em seu rosto. Esfreguei-o na sua boca! Sem nada dizer, me seguro na cabeceira da cama e coloco meu sexo em sua boca, sem dar oportunidades a reclamações. Uma espécie de “cala a boca” feito de uma maneira gostosa.

Fecho os olhos e me sinto entrando e saindo daquela boca quente, que imediatamente entrou no meu jogo. Ela chupa ele com prazer, mas também se faz de vítima indefesa, pede socorro, tenta escapar.

Se bem que poderia se libertar das meias a qualquer momento, só que não fez nenhum esforço pra isso. Ela amou a surpresa, eu sei!

Beijo seu corpo com fúria, chupo seus seios com força, aperto, amasso. Começo a enlouquecer cada pedacinho dela! Seu corpo, sem poder retribuir minhas carícias, se contorce de desejo na ponta da minha língua. Enquanto eu beijava a parte de dentro de suas coxas, ela parecia abrir mais as pernas… Vi seu sexo, lindo, quente, liso, molhado, saboroso. Cheguei mais perto e dei um beijo, passando a língua de leve. Que delícia! Abro os lábios com os dedos e me delicio vagarosamente com aquela carne quente. Devoro-a todinha! Ouço seus gemidos, seus pequenos gritinhos… Até ela gozar freneticamente na minha boca. Sentia o gosto de seu mel escorrendo. A esta altura, a nossa discussão foi completamente esquecida.

Ainda meio entorpecida pelo orgasmo, implorou pra ser penetrada. Não imaginava o quanto aquela situação a deixaria excitada. “Por favor, mete em mim…” ela sussura ansiosa. Faço isso com prazer! Vou pra cima e meto com força, bem gostoso; ela toda molhada me esperando de pernas abertas. Geme alto, do jeito que eu gosto!

Ela pede mais! Pede pra ir mais fundo! Não para! E eu simplesmente obedeço. Ahh… Fiz gozar mais uma vez naquele entra e sai. Queria se mexer, queria se soltar, mas não conseguia. Talvez isso tenha deixado cada vez mais tenso e incrivelmente excitante. Eu também estava quase chegando ao clímax. Não estava mais aguentando todo aquele tesão recolhido. Sentia o gozo vindo forte, rápido, certeiro.

Saí de dentro dela bem na hora. Fiquei em pé e gozei pelo seu corpo, lambuzando suas pernas, sua barriga, seios. Fiquei segurando o pau bem firme e ele ainda tremendo de prazer.

Ajoelhei-me na cama, completamente exausto. Sorri, pedi desculpas por pegá-la “à força” daquele jeito e desamarrei seus pulsos e tornozelos. Ela ainda fez um pequeno protesto com uma carinha de orgasmo múltiplo. Depois me abraçou e disse que amou esse novo jeito de “fazer as pazes”!

Numa outra oportunidade, eu experimentei na pele a sensação contrária: ser amarrado na cama! Mas isso já é outra história…

Conto erótico enviado por seguidor anônimo.

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