Certas histórias marcam tanto a vida da gente que simplesmente não dá para esquecer-se de um dia para o outro. Tenho uma aqui que eu considero praticamente um “divisor de águas”.

Vou contar um pouco da minha história para que você saiba um pouco mais de mim. Perdi a virgindade com 22 anos. Realmente um pouco tarde, em vista do que vemos por aí hoje em dia. Sempre me preocupei em estudar, além de ter tido uma criação rígida que me bloqueou demais.

Quase um ano depois que perdi a virgindade, terminei o namoro. Era bastante insegura. Com a separação, passei a sair mais e conhecer novas pessoas.

Na ocasião estava no penúltimo período da faculdade. Estava sempre na companhia de duas amigas: uma recém-separada e a outra que tinha terminado um namoro de dez anos. Ou seja, elas eram bem mais experientes do que eu.

Numa dessas saídas, elas vieram em minha casa me buscar para dar uma volta e ficaram um pouco mais, devido a uma festinha que meu irmão estava fazendo com seus amigos. Aquela amiga que havia terminado namoro se interessou por um amigo do meu irmão, que era do exército.

Os dois começaram a ficar e logo em seguida ele me apresentou um amigo seu também do exército. Pronto! Foi o homem que me ensinou o que eu não sabia, fortaleceu minha autoestima e fez com que eu me tornasse uma mulher muito mais segura.

A princípio eu não queria me envolver, porque ele tinha uma namorada. Como ela morava fora, nós podíamos sair para locais públicos e nos divertíamos bastante.

Ele era dentista e tinha o período de sete anos para ficar no exército. Quando nos conhecemos ele já estava há quase seis anos lá. Agora vamos à parte engraçada! Sempre que nós íamos sair, ele me pegava na casa de uma amiga e me deixava lá depois do “passeio”. Minha mãe era muito rígida e não iria aceitar esse lance casual.

O tempo passou e chegaram os tais sete anos. Ele teria que deixar o exército, assim como todos os amigos e voltar às funções que desenvolvia antes. Já vinha notado que ele estava triste com a proximidade da data. Eu também…

Então eu e minhas amigas “Mentes Brilhantes” pensamos: “você precisa fazer algo legal pra ele”. Imediatamente veio a ideia: “vou comprar uma fantasia de recruta sexy, levo uma cesta de queijos e vinho, me visto lá, levo a trilha musical e faço aquela surpresa!”

As doidas me ajudaram em tudo!

Quando ele me pegou na casa delas já estranhou a cesta. Falei que era uma surpresa. Expectativa no ar… Quando chegamos ao local que eu havia reservado com todos os “benefícios” que tinha direito: pole dance, banheira, pista de dança… Ele já ficou encantado!

Abri a cesta, arrumei tudo e ele em êxtase, já foi me pegando. Até deixei a brincadeira rolar um pouco, mas depois disse: “Tenho uma surpresa para você. Venho já!”

E fui me trocar no banheiro. Eu me produzi toda! Fiz coque no cabelo, até bota de cano longo eu levei. Já estava maquiada, mas aproveitei para reforçar. Estava linda!

Quando saí do quarto, ele ficou paralisado! Certa de minha santa genialidade falei: “Hoje serei a sua recruta, tenente.” Pronto! Foi o meu fim! Os olhos dele brilharam! O que você imaginar que ele pudesse fazer comigo, ele fez!

Ei, não pense em sexo (ainda)! O que eu poderia esperar de um homem acostumado à autoridade e disciplina todos os dias? Primeiro ele me colocou para marchar, bater continência e agir como uma verdadeira recruta. Toda ordem que ele me dava eu tinha que dizer “Sim, Senhor!”

Ele incorporou mesmo o papel de tenente viril! Tive que bater continência inúmeras vezes, fazer flexões, marchar pelo quarto, rastejar no chão… Mas o pior eram as broncas dele quando eu esquecia o tal “Sim, Senhor”. Desconheci-o em vários momentos.

Depois da sessão “realística”, ele voltou a si e as flexões ficaram diferentes… As ordens eram outras.

Ele deitou no chão e as flexões passaram a ser em cima dele. Para fazer sexo oral, ele gritava “Segura 20 segundos, Recruta!” E eu tinha que obedecer… Fora as abdominais que eu tinha que fazer para sexo oral também!

Depois dizia “Recruta tem que caçar o alimento!” Aí me fez dançar no pole, seduzi-lo de todas as formas sem tirar a roupa. Até que ele ficasse num ponto que não suportasse mais de tanta vontade. Tive que implorar por sexo no ouvido dele.

Também me fez rastejar pelo chão, como se fosse um soldado num campo de guerra. Lembro bem quando ele gritou: “Operação Catinga! Atravessa a mata, Recruta! Cuidado com as cobras.” E completava: “Não olhe para trás.”

E ele estava atrás… A “cobra” também! Fez tudo o que queria comigo. A única peça que tirou foi a calcinha. Nem as botas ele tirou! Adorou tudo aquilo. Mas o tal “Sim, Senhor” permaneceu até a hora que ele me deixou na casa de minha amiga.

Quando cheguei, as “bonitas” estavam me esperando para saber de tudo. Exausta de tanta continência e exercício, só disse: “Nunca mais eu sigo conselho de vocês!”

Até hoje quando nos encontramos, elas dizem: “Quem sabe tudo de treinamento de recruta é a Débora.” E caem na risada para meu martírio.

Ah, um detalhe daquele dia: quando eu desci do carro e já estava abrindo o portão, ele veio até a mim e disse: “Eu me orgulho muito em ver a mulher na qual você se transformou”.

Ele fez muita diferença em minha vida! O destino nos separou, mas mesmo 14 anos depois desta história, ainda tenho uma vontade secreta de reencontrar meu tenente outra vez.

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