Estava numa aula de pós-graduação. Tentava me concentrar nas explicações do professor, mas meus pensamentos estavam muito além daquela sala. Havia marcado com meu amor para que nos encontrássemos depois da aula. Passaríamos juntos aquela noite.

Eu estudava na capital enquanto ela estava em uma cidade da região metropolitana. Iria buscá-la na rodoviária mais tarde. As horas pareciam intermináveis, minha cabeça fervilhava, meu corpo estremecia só de pensar nela.

Tinha pressa! As horas custavam a passar e o grau de excitação só aumentava com a proximidade do encontro. Como diria um certo poeta Nordestino: “Está dando umas coisas em mim”.

Terminada a aula (ufa!!!)… Eu me desloco para a rodoviária e a encontro linda, maravilhosa e cheirosa como sempre. Como eu amo o cheiro desta mulher! Isso me excita profundamente… Ela entra no carro carregando uma pesada sacola. Seu olhar malicioso cruzou com o meu por um instante e senti meu corpo arrepiar de tesão. Ela sabia me provocar como ninguém!

Fomos direto para um hotel que escolhi especialmente para aquele momento, um hotel Categoria 5 Estrelas com apartamento de frente para o mar, umas das melhores vistas da cidade.

Entrei naquele apartamento completamente louco para beijá-la, mas assim que entramos, ela fez um pedido que me deixou intrigado: sem qualquer explicação, mandou que eu descesse até o saguão do hotel e aguardar uma ligação dela para retornar ao quarto. Fiquei perplexo, sem entender a razão do pedido, mesmo assim a obedeci…

Não imaginava o que me esperava… Foram aproximadamente 20 minutos que pareciam intermináveis! Em minha cabeça passavam mil pensamentos tentando elucidar o motivo daquele pedido estranho, ao mesmo tempo o desejo me consumia por dentro. Minha calça já estava ficando muita justa…eu estava doido pra subir até o quarto e enchê-la de beijos.

De repente o celular toca e vejo a imagem dela no aparelho. Atendo sem hesitar e aquela voz melosa pede para que eu suba até o apartamento. Imediatamente me dirijo para o quarto, ansioso para vê-la…

Bati na porta. Do outro lado, ela apenas responde para fechar os olhos antes de entrar. Completamente envolvido pela curiosidade e expectativa, obedeço. Sinto a porta abrir e ela venda os meus olhos com tecido macio e liso, parece cetim e de cor rosa. Ela me conduz até o meio do quarto e depois pede que eu tire a venda e abra os olhos.

Quase não acredito no que que vejo! Ela realmente sabe me surpreender nos mínimos detalhes… O quarto estava iluminado por pequenas luzes que piscavam de uma maneira quase hipnótica, em tons rosados. Deitada na cama, com os cabelos atirados displicentes pelo travesseiro, vestida com uma longa camisola cor de rosa estava ela… Linda! Parecia uma sereia com o contorno de suas curvas por baixo daquele fino tecido, seus seios firmes e pequenos atiçando minha vontade…

Ela me olha e sussurra: “Bem-vindo à Noite Rosa!” Suas mãos delicadas me chamam para a cama e eu, encantado com tudo, vou direto aos seus braços. Nossos lábios se tocam de uma forma intensa, ofegante… Tamanha era nossa vontade em estarmos juntos outra vez. As línguas se entrelaçam em beijos quentes, enquanto nossos corpos se tocam loucamente. Apressados!

Apesar da bela imagem que a camisola proporcionava aos meus olhos, não consegui mantê-la por muito tempo em seu corpo. Minhas mãos percorrem sua pele de cima para baixo, tirando levemente a peça, deixando à mostra aquele corpo que me deixa louco…

Peitos pequenos, barriguinha linda e uma calcinha tão pequena, igualmente rosa que mais parecia um porta joia. Sim, porta joia, pois guardava uma bucetinha linda, uma verdadeira pérola. Toda raspada e lisinha do jeito que eu gosto. Vou descendo aos poucos e sinto seu cheiro de fêmea. Sem precisar de convite, minha língua começa a lamber e sugar carinhosamente aquela vulva maravilhosa.

Seu corpo inteiro é um convite ao prazer e eu exploro cada canto, desde a parte interna das coxas, até a virilha em movimentos aleatórios e imprevisíveis, levando-a ao delírio. Ela grita, se contorce, estremece… Puxa minha cabeça ao seu encontro enquanto minha língua faz mais pressão e a percorre intensamente.

Enquanto continuo chupando, meus dedos invadem sua intimidade lentamente. Aos poucos os movimentos de vai e vem se tornam mais ágeis e fortes, alternando com minha língua. Sinto seu gosto, seu cheiro, me lambuzo todo, enquanto ela geme em êxtase “não pare, não pare não…”

Pego apressadamente o lubrificante, espalho em um de meus dedos e a penetro devagar em seu ânus ao mesmo tempo em que chupo ela todinha. Parece que estou chupando uma fruta suculenta. Faço com vontade! Muita vontade!! Conheço perfeitamente todas as suas curvas e pontos fracos… Sei como tocá-la e com que intensidade devo fazer para vê-la daquele jeito… Devassa, livre, falando palavras desconexas e traduzindo de forma fiel todo o prazer que sente naquele momento. Ela chama meu nome, diz que está gostoso demais e reafirma: “não pare, por favor!”

Em certo momento, a surpreendo com uma atitude que demostrou agilidade e força. Fico em pé na cama, puxo ela pelas pernas fazendo-a ficar de ponta cabeça, uma verdadeira “cambalhota”. Naquela posição inusitada continuo chupando aquela bucetinha linda e cheirosa…

Depois, completamente quentes e suados, vamos para a varanda do apartamento. Sob uma lua maravilhosa, logo abaixo o mar, nos beijamos intensamente, sentindo a brisa noturna pelos nossos corpos nus. Este cenário foi testemunha deste momento inesquecível…

Loucos para gozar, voltamos ao quarto e continuamos a brincadeira. Num beijo, deitamos na cama e a penetro completamente. Sinto ela toda molhada… Ela estremece, eu acelero o ritmo. Sei que ela gosta de gozar na minha língua, então aproveito aquele momento de loucura e vou ao encontro de sua bucetinha.

Toco seu grelinho com os dedos, enfio um e depois dois dedos, enquanto minha boca a faz explodir em um gozo pleno, tomado por ondas de choque… Seu líquido escorre pelos meus lábios. O cheiro de sexo exala pelo quarto… Sexo em uma forma ampla, irrestrito, sem amarras, sem tabus.

Ela afasta minha cabeça e naquele momento não quer ser tocada. Com olhos fechados, curte as ondas que tomam o seu corpo e a fazem estremecer. Tenta se refazer, abre os olhos e sorri… Um riso fácil, tão lindo… Como diz a música dos Tribalistas: “o meu riso é tão feliz contigo”…

A penumbra do quarto, as luzes rosa piscando e as sombras de nossos corpos se projetando na parede… Eis um cenário perfeito para aquela noite de amor. Perfeito para a NOITE ROSA.

Refeita daquele gozo delicioso que tirou completamente as suas forças, ela se volta para mim. Seu olhar denuncia suas intenções. Daquele jeito que só ela sabe fazer, chupa meu pau como se fosse o seu sorvete preferido.

E para me deixar mais louco ainda, me chupa ao mesmo tempo que me masturba. Lambe, passa a língua na cabeça e depois engole todinho, passeia pelos testículos, me deixa todo molhado. Para completar, sempre chupa me olhando nos olhos, para conferir e garantir a eficácia das próprias habilidades. Ela percorre todo meu corpo, se detêm na barriga, no tórax, mas depois volta para meu mastro. Me faz urrar de prazer, me arrepiar com cada toque daquela língua aveludada.

Quando não estava mais aguentando, prestes a gozar, ela me pede que goze sobre ela. “Adoro ver você gozando quente, jorrando sobre meu corpo”, ela falou. Ela amava ver minha cara de prazer na hora do orgasmo. Fiquei de joelhos e comecei a me masturbar.

Ela abriu a boca esperando receber o esperma. Linda de ver deste jeito, torcendo para que eu acertasse a pontaria e que o jato fosse direcionado para a sua boca. Aumento a intensidade dos movimentos e gozo abundante sobre seu rosto e seu peito. Vejo a satisfação estampada em cada gesto, cada olhar enquanto seus dedos espalham meu gozo por todo o seu corpo.

Não precisamos dizer nada. Apenas sorrimos, exaustos, mas saciados. Aquele momento ímpar é selado com um beijo… É como se o tempo parasse naquele instante. Cada segundo é especial ao lado dela.

Depois tomamos um banho e conversamos sobre a nossa Noite Rosa. Ela finalmente revela o que havia naquela pesada sacola. Um presente e tanto! Nada menos do que uma cesta contendo chocolates, frutas vermelhas (para combinar com o rosa) e várias cervejas (minha bebida preferida) de marcas e símbolos diferentes. Uma cerveja tinha o emblema do meu time preferido, outra do time preferido dela. Eram times rivais.

Que bom que esta rivalidade era apenas dentro do campo. Na cama não havia rivalidade ou qualquer antagonismo. Nossos corpos se encaixam perfeitamente, como se fossem um único corpo.

A noite estava apenas começando.

Conto erótico enviado por T.B.

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