Depois de alguns meses namorando já havíamos alcançado um grau de intimidade que muitos casais nunca alcançam, pois fazem de um relacionamento uma barreira de preconceitos. Para nós isso não era um tabu a ser quebrado. Sempre pautamos nossa relação em descobrir fantasias e de alguma forma poder satisfazer um ao outro.

Em mais uma noite de loucuras na cama, assistindo um filme pornô, percebi que ela se excitava a cada troca de caricias entre duas mulheres que contracenavam naquele filme que passava na TV do motel onde estávamos. Pensei por um momento como poderia abordar aquele tema entre nós, já que nunca havia percebido essa fantasia nela.

Comecei a perguntar se ela gostava do que via e com um pequeno sussurro, tive a certeza do que a minha imaginação apontava. Minha pergunta foi inevitável:

– Você já teve essa experiência?

E ela com um olhar tímido respondeu que sim e se eu não me importaria com essa afirmação. Aquela revelação só aumentou o tesão entre nós, se é que poderia isso ainda acontecer. O momento era mágico e excitante, mas este fato levou nossa relação para novas descobertas.

Era um final de tarde. Ela foi até uma loja para comprar um perfume e a atendente, moça simpática e uns 10 anos mais jovem fez questão de apresentar diversas fragrâncias. Seus comentários remetiam a imaginar que o interesse dela era poder sentir de forma diferente aqueles aromas, e não demorou muito para que além dos comentários sobre o produto outras perguntas entre ambas fossem realizadas. Ao final do atendimento houve uma troca de telefones.

No dia seguinte minha namorada tomou coragem e ligou para aquela atendente atenciosa e sensual. Foram rápidas palavras, mas com a certeza de que um encontro seria inevitável. Havia uma barreira entre ambas, pois eram pessoas que tinham relacionamentos em andamento e não poderiam se expor em local publico. Elas combinaram um encontro na casa de minha namorada, já que morava sozinha e não teria a interferência de ninguém…

No final de um dia de trabalho aquela jovem foi ate o endereço indicado, mas ela chegou mais cedo e eu estava lá. Não tinha como eu sair naquele momento, pois ela poderia ficar constrangida e ir embora. Então combinei com minha namorada que eu ficaria no quintal ao fundo da casa até que ela fosse embora… Coloquei meu lado voyeur em ação.

Havia uma janela do quarto entreaberta. Assim que ela entrou, ambas sentaram num sofá que havia na sala e começaram a trocar caricias apimentadas.

Em poucos minutos se dirigiram para aquele quarto, onde por mais de uma hora trocaram caricias e praticaram sexo de uma forma selvagem e sensual. Minha namorada sempre tomando conta da situação, colocando aquela jovem de corpo bem definido de bruços e iniciando um banho de língua por todas as partes. Eu do outro lado só via a silhueta delas naquele ambiente com pouca luz, onde os sussurros e gemidos eram cada vez mais fortes e intensos.

As duas se massagearam nas partes mais intimas, tocaram com mãos e bocas, sugaram todo mel que produziam de forma incessante, beijos longos e molhados.

Quando parecia que já estavam satisfeitas, a jovem, mais experiente na arte do sexo, pediu que ambas entrelaçassem as pernas e encostassem seus lábios vaginais molhados. Começaram uma longa e intensa masturbação sem as mãos até que alcançaram o limite do prazer. Ali permaneceram por alguns minutos até que as forças fossem restabelecidas. Depois vestiram suas roupas e seguiram seus caminhos.

Quando ela foi embora pude retornar aquela cama que ainda estava quente e com o cheiro do sexo no ar. Demos continuidade aquele momento de prazer…

Inesquecível janela…

Fonte: conto erótico enviado por Carlos, seguidor do blog.

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